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Kindle Unlimited vira Kindle+ e passa a aceitar audiolivros pelo KDP

A assinatura de leitura da Amazon mudou de marca no mundo todo e, nos Estados Unidos, começou a incluir livros narrados sem custo extra.

Leitor digital Kindle com capa cinza aberta exibindo a tela inicial sobre fundo branco.
Wikimedia Commons/Jacek Halicki (CC BY-SA 4.0)

O serviço de assinatura de e-books da Amazon mudou de nome: o antigo Kindle Unlimited agora se chama Kindle+. A alteração global foi oficializada na quinta-feira (22) e, segundo o Tecnoblog, já aparece nas páginas, nos materiais promocionais e nos aplicativos brasileiros da empresa. A mudança de marca acontece poucas semanas depois de a companhia lançar uma nova geração de leitores digitais no país.

Apesar do novo batismo, a mecânica da assinatura continua a mesma. O preço no Brasil segue em R$ 24,90 mensais, valor que havia sido reajustado pela última vez em 2025. Os assinantes mantêm o acesso a um catálogo de milhões de e-books, revistas, mangás e quadrinhos, podendo pegar até 20 títulos emprestados ao mesmo tempo. O histórico de leitura, as anotações e os marcadores de página migram de forma automática para a nova interface. O serviço continua exigindo contratação à parte, já que não integra o pacote Amazon Prime, e pode ser acessado tanto nos aparelhos da marca quanto no aplicativo gratuito para celulares e computadores.

A principal novidade do Kindle+, no entanto, está no formato. Nos Estados Unidos e no Reino Unido, a assinatura passou a incluir milhares de audiolivros sem custo adicional para o leitor. Parte dos e-books ganhou o chamado "companion audiobook", um recurso sinalizado com um ícone de fone de ouvido que permite alternar entre a leitura do texto e a narração em áudio. No Brasil, por enquanto, o catálogo narrado segue restrito à assinatura da Audible, plataforma da própria Amazon dedicada ao formato, que custa R$ 19,90 por mês.

Para alimentar essa nova prateleira estrangeira, a Amazon abriu as portas da autopublicação em áudio. Autores independentes agora podem publicar audiolivros diretamente pelo Kindle Direct Publishing (KDP). Além disso, a empresa testa uma ferramenta de inteligência artificial para gerar narrações com vozes sintéticas, com o objetivo de ampliar a oferta de livros em áudio na plataforma.

Dica pro Autor

Revise os contratos das suas obras antigas para garantir que você detém os direitos de formato em áudio antes de usar a narração por inteligência artificial da plataforma, preparando-se para a eventual chegada da ferramenta de áudio ao painel brasileiro do KDP.

Na Enciclopédia: Amazon KDP →

Fonte e apuração

Fonte original
Tecnoblog, 22 OUT ↗
Também em
estadao.com.br ↗
Também em
canaltech.com.br ↗
Data do fato
22 OUT
Como foi feita
rascunho com apoio de IA a partir da fonte acima; apurado e editado por Ricardo Cestari
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