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Reboot de Arquivo X desenvolvido por Ryan Coogler é aprovado e vira série no Hulu

A nova produção introduz dois agentes inéditos do FBI para investigar fenômenos inexplicáveis, sem substituir os clássicos Mulder e Scully.

Ryan Coogler fala ao microfone durante painel na Comic-Con
Wikimedia Commons/Gage Skidmore from Peoria, AZ, United States of America (CC BY-SA 2.0)

O reboot da clássica série de ficção científica Arquivo X, desenvolvido pelo cineasta Ryan Coogler, foi aprovado oficialmente e vai ganhar uma primeira temporada no Hulu, serviço de streaming integrado ao Disney+, segundo o Omelete em 13 de outubro. O projeto recebeu sinal verde após a avaliação do episódio piloto, que havia sido adquirido pela plataforma em fevereiro.

A nova produção terá Danielle Deadwyler e Himesh Patel nos papéis principais. Eles interpretarão dois agentes do FBI altamente condecorados, mas com perfis bastante diferentes, que desenvolvem uma relação inesperada ao serem designados para uma divisão há muito desativada. O departamento é dedicado, assim como na obra original, a investigar casos envolvendo fenômenos inexplicáveis.

A trama introduzirá personagens inéditos e não vai substituir Fox Mulder e Dana Scully, os protagonistas vividos por David Duchovny e Gillian Anderson na série original, exibida entre 1993 e 2002. Em declaração, Coogler afirmou que a intenção da equipe é honrar o que o criador Chris Carter fez na primeira versão e, ao mesmo tempo, encontrar uma maneira própria de explorar o universo da franquia.

Coogler escreveu, dirigiu e produziu o episódio piloto, e agora atuará como produtor executivo ao lado de Jennifer Yale, que assume a função de showrunner. A produção é da 20th Television em associação com a Proximity Media e a Onyx Collective. O piloto contou ainda com trilha sonora de Ludwig Göransson e um elenco de apoio que inclui nomes como Steve Buscemi, Ben Foster e Amy Madigan. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.

Dica pro Autor

Se a sua história retoma um universo já estabelecido, não é preciso apagar o que veio antes. Criar novos protagonistas com dinâmicas próprias permite honrar o legado da obra original e, ao mesmo tempo, explorar novos caminhos sem depender apenas da nostalgia.

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Fonte e apuração

Fonte original
Omelete, 13 OUT ↗
Também em
cinepop.com.br ↗
Também em
maquinanerd.com.br ↗
Data do fato
13 OUT
Como foi feita
rascunho com apoio de IA a partir da fonte acima; apurado e editado pela Redação Verse
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