Mercado AfrofuturismoBiblioteca Parque Estadual

Evento "Rio que Lê" debate IA e afrofuturismo na Biblioteca Parque

A terceira edição do encontro gratuito reúne autores e educadores para discutir o impacto da tecnologia e da ancestralidade na formação de leitores.

Fachada da Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio de Janeiro, com o nome do prédio nas janelas de vidro e uma entrada vermelha
Foto: Thomaz Silva/Agência Brasil/Wikimedia Commons (CC BY 3.0 BR)

A terceira edição do evento literário Rio que Lê acontece de 19 a 21 de outubro na Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio de Janeiro, segundo o PublishNews. A programação gratuita é dedicada às relações entre literatura, educação e a formação de novos leitores, com foco especial no trabalho de professores, mediadores de leitura e bibliotecários.

O encontro reúne escritores, pesquisadores e educadores em mesas e palestras que conectam o texto literário a pautas contemporâneas e históricas. Logo na abertura, na segunda-feira (19), a pesquisadora Georgina Martins conduz uma atividade interativa sobre alfabetização e contos maravilhosos, seguida por um debate sobre território e memória na obra de Machado de Assis, a partir do livro Machado: O Filho do Inverno.

Na terça-feira (20), a inteligência artificial entra na pauta com a conversa "Ler o mundo na era da inteligência artificial", conduzida por Dante Cid e Tatiana Roque, que discute os impactos da tecnologia sobre a autoria, a escrita e o pensamento crítico. No mesmo dia, o evento explora o hip-hop como linguagem e ferramenta de letramento, além de lançar o guia de produção cultural Caminho das pedras, de Patricia Castro.

A ancestralidade e a cultura afro-indígena também guiam parte das atividades. A quarta-feira (21) reserva espaço para debates sobre imaginários afro-indígenas e para a palestra "Terreirizar", do pesquisador Luiz Rufino, dedicada aos saberes dos terreiros. Em seguida, Clarice Campos e Morena Mariah debatem os caminhos do afrofuturismo na literatura e na identidade.

A programação abre espaço ainda para a mediação de leitura em temas sensíveis. Autores e especialistas vão discutir, a partir da ficção e de obras infantis como O prato vazio, as formas de abordar assuntos difíceis com os leitores, passando por dor, perda, fome e desigualdade social.

Dica pro Autor

Se você escreve para o público infantil ou infantojuvenil, acompanhe as discussões sobre mediação de leitura para entender como educadores usam a ficção para abordar temas difíceis em sala de aula.

Fonte e apuração

Fonte original
PublishNews, 05 OUT ↗
Data do fato
06 OUT
Como foi feita
rascunho com apoio de IA a partir da fonte acima; apurado e editado por Ricardo Cestari
Achou um erro?
Fale com a redação · Política de correções

Leia também

Notas escritas com apoio de IA, conferidas e editadas por pessoas. Toda nota cita e linka a fonte original.