Telas Destin Daniel CrettonLionsgate

Filme live-action de Naruto terá produção dividida entre Sony e Lionsgate

O estúdio japonês entra no projeto para bancar parte dos custos e distribuir a adaptação fora dos Estados Unidos.

Naruto Uzumaki em pose de ação correndo para a frente enquanto segura uma esfera de Rasengan luminosa na mão direita.
Divulgação/Studio Pierrot

O filme com atores reais baseado no mangá Naruto será cofinanciado pela Sony Pictures, que fechou uma parceria com a Lionsgate para dividir a produção, segundo anúncio publicado pelo The Hollywood Reporter em 3 de novembro. Pelo acordo, a Lionsgate continua no comando do desenvolvimento e da distribuição nos Estados Unidos, enquanto a Sony assume a distribuição internacional da obra.

O projeto tem roteiro e direção de Destin Daniel Cretton, que vem do sucesso de 2,5 bilhões de dólares de Spider-Man: Brand New Day, e que também atua como produtor ao lado de Jeyun Munford, pela produtora Hisako. A equipe de produção conta ainda com Avi Arad, Ari Arad e Emmy Yu, da Arad Productions. O criador da história em quadrinhos original, Masashi Kishimoto, está envolvido de perto com a adaptação para o cinema.

A entrada da Sony no projeto acontece depois de um processo competitivo de lances entre vários estúdios. A empresa já tem uma relação estabelecida com Cretton, que assinou um contrato de preferência de três anos com o estúdio em setembro. Além disso, a Sony é a dona da Crunchyroll, uma das maiores plataformas de streaming focadas em animes do mundo.

As filmagens estão marcadas para começar no segundo trimestre de 2027. Até o momento, o único nome do elenco em negociação é o do ator Charles Melton, que deve interpretar Kakashi Hatake, o mentor ninja de elite do protagonista e de seus amigos. A busca pelo ator que viverá Naruto Uzumaki segue em andamento em escala global.

A história original acompanha um jovem ninja entusiasta que sonha em crescer e liderar sua vila, mas que também carrega dentro de si o espírito de uma raposa demoníaca de nove caudas. O mangá foi publicado na revista japonesa Weekly Shonen Jump entre 1999 e 2014 e vendeu mais de 250 milhões de cópias em mais de sessenta países, dando origem a séries de animação que chegaram a mais de 145 territórios.

Dica pro Autor

Peça para o seu representante detalhar no contrato se o estúdio comprador pode repassar a distribuição internacional para outras empresas ao negociar os direitos de adaptação da sua história.

Na Enciclopédia: Direitos de Adaptação (Cinema e TV) →

Fonte e apuração

Fonte original
The Hollywood Reporter, 03 NOV ↗
Também em
omelete.com.br ↗
Também em
deadline.com ↗
Data do fato
03 NOV
Como foi feita
rascunho com apoio de IA a partir da fonte acima; apurado e editado por Ricardo Cestari
Achou um erro?
Fale com a redação · Política de correções

Leia também

Notas escritas com apoio de IA, conferidas e editadas por pessoas. Toda nota cita e linka a fonte original.