Como classificar um livro: BISAC, Thema e CDD, e quem escolhe cada um
Classifica-se um livro em três sistemas: o do comércio, o BISAC (ou o Thema, no comércio internacional), escolhido pelo autor no pedido de ISBN e nas distribuidoras; o da biblioteca, a CDD ou a CDU, posta pelo bibliotecário na ficha catalográfica; e o da loja, as categorias da Amazon, escolhidas na KDP. Dos três, o que quem publica escolhe e que circula por toda a cadeia do livro é o BISAC, que tem código para o autor brasileiro, FIC089000; na CDD oficial, toda a literatura brasileira cai no 869.
Você chegou ao pedido de ISBN e o formulário quer o assunto BISAC, numa lista inteira em inglês. Alguém disse que o livro também precisa de CDD, e você não sabe se é você quem escolhe, nem se o seu romance é o Romance da lista.
Saber, para o próprio livro, quais códigos de assunto ele leva, quem escolhe cada um e onde cada um é pedido (ISBN da CBL, ficha catalográfica, plataformas), com o BISAC e o Thema do gênero dele na mão e o número de CDD que a ficha vai trazer.
O formulário do ISBN pediu o assunto BISAC e a lista está em inglês; leu que o livro precisa de CDD e não sabe se é ele quem escolhe; não sabe se o romance dele é Romance no BISAC nem se precisa do Thema.
Nesta página
- BISAC, Thema, CDD: qual a diferença e qual o seu livro precisa?
- Quantos códigos BISAC usar e em que ordem?
- Preciso do Thema?
- Quem dá a CDD do livro e o que ela diz sobre ele?
- Como classificar o livro por gênero e por faixa etária?
- Quais códigos BISAC e Thema usar em cada gênero?
- A classificação faz o livro vender mais?
- Perguntas frequentes
- Onde cada código entra, na ordem
Preço vem com a data na frase. O que estiver sublinhado em mostarda é análise nossa; o resto tem fonte no fim da página. Termo com ponto abre a definição ao passar o mouse.
BISAC, Thema, CDD: qual a diferença e qual o seu livro precisa?
Cada sistema serve a um leitor diferente, e o autor brasileiro encontra cada um num balcão. O BISAC é a etiqueta de assunto da cadeia comercial: na reportagem "The Dewey Dilemma", de 2009, da Library Journal, revista americana de bibliotecas, a autora, Barbara Fister, descreve a categoria como decidida em geral pela editora, muitas vezes pelo editor do livro, e usada em toda a distribuição, por empresas como Amazon, Baker & Taylor, Barnes & Noble, Bowker e Ingram, sem que o comprador a veja.
No Brasil, o primeiro encontro com ele é o pedido de ISBN: o formulário da Câmara Brasileira do Livro (CBL) tem um campo de assunto BISAC, como mostra o guia sobre como tirar o ISBN no Brasil. A CDD e a CDU servem a outro leitor, a biblioteca, e chegam ao livro pela ficha catalográfica, que traz a classificação junto dos outros campos. A loja é o terceiro leitor: em 2009, a Library Journal listava a Amazon entre as empresas que usam o BISAC das editoras, mas hoje o painel da KDP, a autopublicação da Amazon, não pede BISAC, e sim três categorias da própria loja.
Os sistemas e quem os pede.
| sistema | quem mantém | para quem serve | onde o autor brasileiro o encontra |
|---|---|---|---|
| BISAC | BISG (Book Industry Study Group), dos Estados Unidos | cadeia comercial: editoras, distribuidoras, lojas | pedido de ISBN da CBL; Metabooks, onde é obrigatório; IngramSpark; Google Play Livros |
| Thema | EDItEUR, a mesma organização do ONIX | comércio internacional | IngramSpark, que o recomenda além do BISAC |
| CDD | OCLC, cooperativa americana de bibliotecas, dona dos direitos | bibliotecas | ficha catalográfica |
| CDU | UDC Consortium | bibliotecas | ficha catalográfica |
| categorias da Amazon | a própria Amazon | a vitrine da loja | painel da KDP, três por livro |
A França mantém a sua, a classificação temática da CLIL, comissão de livreiros e distribuidores franceses, que a EDItEUR mapeia para o Thema.
Quantos códigos BISAC usar e em que ordem?
Até três códigos, cada um o mais específico possível e em ordem de importância: é a regra do BISG. Para quem publica ficção, o gênero vai na primeira vaga, e o autor brasileiro tem um código próprio para a segunda, FIC089000, o da literatura do Brasil.
O comitê do BISG que mantém a lista recomenda no máximo três cabeçalhos, e menos quando poucos já descrevem o livro inteiro; pede o código mais específico possível, desaconselha dar ao mesmo livro o específico e o geral correspondente e põe os assuntos em ordem de importância, com o primeiro como principal. Na maioria dos casos, ficção não se mistura com não ficção, e os cabeçalhos infantis (JUVENILE) e juvenis (YOUNG ADULT) não se usam entre si nem com os de outra seção. A edição em vigor é a de 2025, lançada em dezembro daquele ano, com 54 seções e cerca de 6 mil códigos de nove caracteres; uma nova sai a cada outono do hemisfério norte.
O código da origem é o que os guias em inglês não ensinam ao brasileiro. A lista de ficção tem FIC089000, FICTION / World Literature / Brazil, ao lado de Portugal, Argentina, Chile e México, e o BISG explica que esses códigos marcam a origem do autor, e não o cenário nem a língua do livro: o de Portugal vale só para autor português. Há também códigos de região e de grupo, como Places / Caribbean & Latin America (FIC147000) e Hispanic & Latino, que dizem outra coisa.
Na nossa leitura, como o primeiro código é o principal e o BISG manda pôr o gênero primeiro nas coletâneas, a ordem defensável é o gênero na primeira vaga e FIC089000 na segunda.
Na poesia, a mesma regra dá menos: não há código do Brasil, e o poeta brasileiro cai num bloco regional, POE012000, POETRY / Caribbean & Latin American. Dois rótulos pedem cuidado. Literary (FIC019000) fica a critério de quem classifica, para obras tidas como de valor literário; e FIC000000, FICTION / General, a IngramSpark, distribuidora americana de impressão sob demanda, chama de quase desperdício de uma das vagas, a usar só quando não há código melhor. A IngramSpark também pede os mesmos códigos no impresso e no e-book da mesma obra.
Como achar o código certo fora da tabela desta página, seção por seção, está em códigos BISAC.
Quantas vagas preencher é, na nossa leitura, onde a IngramSpark e uma livreira ouvida pela Publishers Weekly em 2025 puxam para lados opostos. A IngramSpark recomenda usar os três códigos para o maior alcance e, se possível, tirá-los de seções diferentes, como a memória de uma atriz e comediante classificada em biografia e em humor. A dona da Charis Books, livraria de Decatur, nos Estados Unidos, critica o autopublicado que escolhe o código para aparecer no maior número de lugares e põe na busca da loja livros que ela nunca venderia.
O próprio BISG lembra que vários gêneros já têm o subtítulo Collections & Anthologies, o que reduz a necessidade de mais códigos. Lidas juntas, as posições pedem três códigos só quando os três são verdadeiros.
Preciso do Thema?
Para vender no Brasil, na nossa leitura, não: a Metabooks, plataforma de metadados usada pelo mercado brasileiro, diz na orientação de ONIX que o BISAC é obrigatório e descreve o Thema como vantagem para o mercado alemão. A plataforma nasceu de uma joint venture entre a CBL e a associação alemã de editoras e livrarias. O exemplo de Thema que ela dá é um romance biográfico sobre corrupção política no Brasil, com o código FC (ficção biográfica) e o JPZ (corrupção política), na versão 1.2 e com os rótulos em alemão.
A IngramSpark sugere somar códigos Thema aos BISAC para o mercado global: é para quem distribui fora do Brasil que o Thema pesa. A versão vigente é a 1.6, de 31 de outubro de 2024, com tradução oficial para o português do Brasil, e a EDItEUR publica o mapa do BISAC 2025 para o Thema 1.6.
As regras de escolha se parecem com as do BISAC: o primeiro código é o assunto principal, não se somam um código e o seu ancestral, e é muito raro precisar de mais de três ou quatro categorias. A tradução em português do navegador oficial diz "mais de quatro" onde o inglês diz three or four, e deixa notas sem tradução; na dúvida, convém conferir a página em inglês.
O que muda de verdade é o país. No BISAC, World Literature / Brazil diz de onde é o autor, e não onde a história se passa; no Thema, o qualificador de lugar do Brasil, 1KLSB, diz justamente o cenário, e a EDItEUR proíbe usá-lo para a nacionalidade do autor. Para a literatura do Brasil, o Thema tem outro qualificador, 5TK-BR-A, para obra associada ao Brasil ou à cultura brasileira.
Na ficção adulta, o código principal do Thema tem de começar por F, e Short stories (FYB) acompanha, mas em geral não é o principal, o oposto do BISAC, em que os contos de um autor têm código pleno. A comparação ponto a ponto entre os dois sistemas está em BISAC vs Thema.
Quem dá a CDD do livro e o que ela diz sobre ele?
Quem põe a CDD é o bibliotecário que faz a ficha catalográfica, e a ficha da CBL pode trazer, no lugar dela, a CDU ou a NLM, como mostra o guia sobre como fazer a ficha catalográfica do livro. Para a literatura, a CDD diz a língua, e não o gênero comercial: pela tabela, um romance policial, uma fantasia e uma história de amor de autor brasileiro caem no mesmo 869.
O 869 é o número da literatura em português na CDD oficial, e a literatura brasileira não tem número próprio. Fichas brasileiras, como a de Memórias póstumas de Brás Cubas lida campo a campo em ficha catalográfica: exemplo e modelo, escrevem B869, com um B na frente, opção que a própria CDD prevê para separar as literaturas em português de cada país, como mostra a tabela CDD. A CDD pertence à OCLC, e a história do sistema está no termo CDD.
Na estante, o número diz ainda menos. A biblioteca de Frankfort, em Illinois, disse à Library Journal em 2009 que ela e outras bibliotecas públicas americanas tinham começado anos antes a tirar da CDD a ficção e a biografia; na enquete da revista, um bibliotecário conta que a sua biblioteca põe a ficção por sobrenome do autor, às vezes por gênero. Onde achar a tabela e que número a ficha costuma dar ao livro de literatura está em tabela CDD.
Como classificar o livro por gênero e por faixa etária?
Gênero e idade se dizem no BISAC e no Thema, e os dois escrevem a idade de jeitos diferentes. No BISAC, o gênero é a subseção da ficção: FIC009000 para fantasia, FIC022000 para mistério e policial, FIC015000 para terror; no Thema, é o código F do gênero, como FM para fantasia e FF para crime e mistério.
A palavra "romance" engana quem traduz. Em português ela nomeia toda narrativa longa de ficção, e o regulamento do Prêmio Jabuti de 2026 define romance como "literatura ficcional em prosa longa", como mostra o guia sobre conto, crônica ou novela. Na nossa leitura das subseções da lista, Romance (FIC027000) é, no BISAC, a seção das histórias de amor, e um romance literário sem trama amorosa vai em Literary ou no gênero dele.
No BISAC, a idade vem na seção: Juvenile Fiction é para crianças de 0 a 11 anos e Young Adult Fiction para jovens de 12 a 18, segundo o BISG, e as duas não se misturam entre si nem com a ficção adulta. A IngramSpark escreve 12 a 17 para o juvenil: a fronteira muda conforme quem escreve a regra. A troca de seção muda até o nome do gênero: o romance de amor infantil é JUVENILE FICTION / Love & Romance (JUV026000), e o juvenil, YOUNG ADULT FICTION / Romance / General (YAF052000).
O Thema recusa os nomes: usa números de idade, os qualificadores 5A, porque nomes como juvenile, middle grade e young adult têm sentidos diferentes de país para país. Todo livro infantil ou juvenil leva um qualificador de idade inicial (5AH a partir de 7 anos, 5AK a partir de 9, 5AN a partir de 12); o código Y é sempre o principal e, na ficção infantil e juvenil, é um YF, como YFH para fantasia.
No pedido de ISBN da CBL, o público entra num campo próprio, ao lado do assunto. Esse campo não se confunde com a classificação indicativa do Ministério da Justiça, que, pela Portaria nº 502, de 2021, informa a idade de espetáculos, rádio e televisão, cinema, vídeo sob demanda, jogos, aplicativos e RPG; o livro não está na lista.
Quais códigos BISAC e Thema usar em cada gênero?
A tabela abaixo dá o primeiro e o segundo código BISAC e o código Thema de onze tipos de livro, da ficção adulta à poesia, ao infantil e às memórias, com os rótulos como estão nas listas oficiais, conferidas em outubro de 2026.
O mesmo livro em BISAC e Thema, por gênero.
| livro | BISAC, 1º código | BISAC, 2º código | Thema |
|---|---|---|---|
| romance literário de autor brasileiro | FIC019000 Literary | FIC089000 World Literature / Brazil | FBA + 5TK-BR-A |
| fantasia | FIC009000 Fantasy / General (épica: FIC009020) | FIC089000, se o autor é brasileiro | FM (épica: FMB) |
| policial e mistério | FIC022000 Mystery & Detective / General | FIC089000, se o autor é brasileiro | FF |
| thriller e suspense | FIC031000 Thrillers / General (suspense: FIC030000) | FIC089000, se o autor é brasileiro | FH |
| terror | FIC015000 Horror / General | FIC089000, se o autor é brasileiro | FK |
| romance de amor contemporâneo | FIC027020 Romance / Contemporary | FIC089000, se o autor é brasileiro | FRD |
| contos de um autor | o código do gênero | FIC029000 Short Stories (single author) | o código F do gênero + FYB |
| poesia de autor brasileiro | POE012000 Caribbean & Latin American | nenhum | DCF |
| infantil de fantasia, a partir de 7 anos | JUV037000 Fantasy / General | nenhum | YFH + 5AH |
| juvenil de fantasia, a partir de 12 anos | YAF019000 Fantasy / General | nenhum | YFH + 5AN |
| memórias | BIO026000 Memoirs | nenhum | DNC |
A ordem dos códigos e a escolha entre eles é leitura nossa sobre as regras: FIC089000 vai em segundo porque o primeiro código é o principal, e não entra nos livros infantis e juvenis porque essas seções não se misturam com a ficção adulta; 5TK-BR-A é para obra associada ao Brasil, e o 1KLSB só entra quando a história se passa no Brasil. A CDD fica fora da tabela, porque o número é do bibliotecário; o de partida da literatura brasileira está em tabela CDD.
A classificação faz o livro vender mais?
O que se mede é o metadado completo, e o BISAC entra como uma das peças: no estudo da Nielsen Book de 2016 nos Estados Unidos, o conjunto básico de metadados incluía o código BISAC, e os títulos com o conjunto completo e capa venderam em média 75% mais; o estudo mede correlação de médias por ISBN, não causa.
Na nossa leitura, o código pesa onde a estante é montada por regra. O Google Play Livros diz que os gêneros da loja se baseiam no BISAC e converte qualquer outro padrão para o equivalente BISAC; na distribuição americana, o código atravessa a cadeia sem que o comprador o veja. A IngramSpark afirma que livreiro e bibliotecário pulam o título que não se deixa classificar à primeira vista, sem dado que o meça.
Onde o livreiro monta a estante, o código pesa menos. Ouvidos pela Publishers Weekly em 2025, dois livreiros independentes americanos trataram o BISAC como ferramenta menor ou arriscada de seguir à risca: a Next Chapter Books, de St. Paul, arruma cerca de 9 mil livros em 45 categorias próprias, guiadas por dado de venda, e a Book Passage, na Califórnia, diz que seguir o BISAC à risca arrisca isolar subcategorias num gueto.
Uma biblioteca americana foi pelo caminho oposto ao desses livreiros. Em 2007, a Perry Branch Library, em Gilbert, no Arizona, abriu com a não ficção organizada por um sistema adaptado do BISAC, e o distrito de bibliotecas do condado de Maricopa justificou a troca com uma pesquisa anual em que 75% dos usuários disseram ir à biblioteca para folhear. A circulação média subiu de 28.693 no ano fiscal 2007/08 para 39.693 em 2008/09, numa unidade nova, com mais poltronas e sinalização, e o número não isola o efeito do código.
Perguntas frequentes
Quantos códigos BISAC posso usar?
Até três, pela recomendação do BISG, e menos quando poucos já descrevem o livro inteiro. O primeiro é o principal, e cada um deve ser o mais específico possível; a lista seção por seção está em códigos BISAC.
Quantos códigos BISAC existem?
Cerca de 6 mil, em 54 seções, na edição de 2025; cada código tem nove caracteres. A lista muda uma vez por ano, no outono do hemisfério norte.
Qual é o código BISAC de literatura brasileira?
Na ficção, FIC089000, FICTION / World Literature / Brazil, que marca a origem do autor, e não o cenário. Na poesia não há código do Brasil: o mais próximo é POE012000, POETRY / Caribbean & Latin American.
A KDP pede código BISAC?
Não. No painel da KDP o autor escolhe três categorias da própria loja da Amazon, e a página de ajuda não menciona o BISAC; como escolher as categorias está em palavras-chave e categorias na Amazon.
Qual é a CDD da literatura brasileira?
Na CDD oficial, 869, o número da literatura em português; fichas brasileiras escrevem B869, com um B na frente. O número completo é dado pelo bibliotecário, e a tabela está em tabela CDD.
O número da CDD muda onde o livro fica na estante?
Na ficção, nem sempre: a biblioteca de Frankfort, em Illinois, e outras bibliotecas públicas americanas já tiravam a ficção da CDD, e um bibliotecário ouvido pela Library Journal em 2009 conta que a sua a põe por sobrenome do autor, às vezes por gênero. Algumas filiais foram além e trocaram a CDD por categorias de livraria.
Onde consultar a lista BISAC?
No site do BISG, que deixa consultar a lista inteira de graça, seção por seção; baixá-la para usar num sistema pede licença paga. Como achar o código certo está em códigos BISAC.
Qual a diferença entre CDD e CDU?
A CDD é americana, da OCLC, organizada em dez classes; a CDU nasceu dela, na Bélgica, como sistema internacional e facetado, e pertence ao UDC Consortium. As duas chegam ao livro pela ficha catalográfica, postas pelo bibliotecário.
Onde cada código entra, na ordem
O BISAC vem primeiro, no pedido de ISBN, e vale escolhê-lo antes, com a tabela acima, já que as plataformas pedem o mesmo código depois. A CDD vem com a ficha catalográfica, feita pelo bibliotecário, como mostra o guia sobre ficha catalográfica, CIP e depósito legal. Depois, nas plataformas: os mesmos códigos BISAC no impresso e no e-book, o Thema se o livro vai para fora pela distribuidora, e as três categorias da loja na KDP.
O resto do caminho está nos guias vizinhos: o número em como tirar o ISBN no Brasil, a ficha e o depósito em ficha catalográfica, CIP e depósito legal e a vitrine da Amazon em palavras-chave e categorias na Amazon.
Continue por aqui
Guias que saem daqui
Também nesta enciclopédia
Termos usados nesta página
Em breve
Quem fala sobre isso 5pessoas
- Barbara Fisterbibliotecária e escritora americana; foi bibliotecária e professora no Gustavus Adolphus College, onde é professora emérita (Wikipedia, conferida em 2026)
Obra sobre classificação de livros em bibliotecas: a reportagem "The Dewey Dilemma", sobre bibliotecas que trocaram a CDD por categorias adaptadas do BISAC (Library Journal, 2009).
Página ↗ - Claire Kirchjornalista; assina reportagem na Publishers Weekly em 2025
Obra sobre o BISAC na livraria: a reportagem "What's a Bookseller to Do with BISAC Codes?", com livreiros independentes americanos (Publishers Weekly, 2025).
Página ↗ - Marcelo Nair dos Santosprofessor do Departamento de Biblioteconomia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), doutor em Ciência da Informação; docente de Representação Temática III, a disciplina de classificação decimal (plano de ensino de 2022)
Obra sobre a CDD na literatura: o manual "Classificação Decimal de Dewey: classificação das obras literárias", com a seção sobre separar e nacionalizar as literaturas (UFES, 2010).
Página ↗ - Chris Saynoreditor de padrões (Standards Editor) da EDItEUR, a organização que mantém o Thema e o ONIX, em 2021 (bio do texto)
Obra sobre o assunto principal no Thema: o texto "The importance of <MainSubject/> in your ONIX", sobre escolher o código principal e não somar o código geral (BookNet Canada, 2021).
Página ↗ - Connie Harbisondiretora de garantia de qualidade da Baker & Taylor e presidente do comitê do BISG que mantém o BISAC (Subject Codes Committee), segundo a bio do BISG de dezembro de 2025
Cargo no BISAC: preside o comitê do BISG que mantém a lista de códigos e apresentou a atualização de 2025 (BISG, 2025).
Página ↗
O que a rede diz 3 vozes
TikTokA booktoker propõe entender de uma vez a tal da classificação indicativa dos livros, olhando para os romances e as fantasias que circulam no booktok.
@carolinefawleyTikTok ↗
YouTubeO canal de biblioteconomia da UFMG sugere que a biblioteca escolar classifique a literatura primeiro pelo público, como o infantojuvenil, e depois só faça uma marcação para separar os gêneros.
Bibliocanto UFMGYouTube ↗
YouTubeO canal de biblioteconomia chama para praticar a Classificação Decimal de Dewey com exercícios, e deixa as lâminas da aula para baixar.
Biblio RespondeYouTube ↗
O que está acontecendo
- Ingram’s Covered Launches for Booksellers and Librarians ↗
The new platform, first announced seven months months ago as an alternative to Edelweiss and NetGalley, offers digital review copies for industry professionals. Catalog, marketing, and ordering features are forthcoming.
- Biblioteca Mário de Andrade recebe investimento para digitalizar acervo histórico ↗
A Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, receberá um investimento de R$ 5,74 milhões para preservar, restaurar e digitalizar parte de seu acervo histórico ao longo de 36 meses. Os recursos, aprovados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), permitirão ampliar o acesso remoto a documento…
- How Librarians Actually Choose Indie Books and Why Metadata Matters ↗
Opportunities for smaller publishers and savvy indie authors are greater than they’ve ever been, but success requires understanding how libraries work.
- Plataforma BiblioBR quer organizar dados de bibliotecas públicas e comunitárias ↗
Com o objetivo de organizar os dados, revelar a cartografia das bibliotecas públicas e comunitárias de todo o Brasil, registrar as atividades ofertadas para a população e os impactos na comunidade leitora, foi lançada, na tarde de terça-feira (02), na Fundação Biblioteca Nacional (FBN), no Rio de J…
- Metadados como a 'Alma Digital': O sucesso de um livro agora depende da conversa com a IA? ↗
O ano de 2026 marca um ponto de inflexão para o mercado editorial mundial. Nos últimos meses estamos discutindo o impacto de IAs que redigem textos e são assistentes criativos, ferramentas como o Ask This Book, que permitem "conversar" com uma obra, e ainda a problemática fundamental do respeito do…
A Verse Media faz infraestrutura para quem escreve e publica livros no Brasil. A Enciclopédia é a parte pública disso: páginas escritas a partir de fonte aberta, com preço e data na frase, para que um autor decida sem depender de quem vende o serviço. Toda afirmação de fato tem fonte listada. O que é análise nossa está marcado no texto. Fato que nenhuma fonte sustenta não entra. A pesquisa e a redação usam modelos de linguagem com regras de fonte e checagem independente; a revisão é humana.
Esta página parte do material de pesquisa da Verse sobre ISBN e metadados e de uma leitura própria das listas oficiais do BISAC e do navegador do Thema, conferidas código a código em outubro de 2026, das orientações da Metabooks, do Google Play Livros, da IngramSpark e da KDP, e das páginas da CBL sobre o pedido de ISBN e a ficha. O debate sobre bibliotecas e livrarias vem de reportagens da *Library Journal* e da *Publishers Weekly* e da página de prêmios da NACo sobre o caso de Maricopa. A tabela de códigos por gênero e a ordem dos códigos são leitura nossa sobre as regras, marcada no texto. Listas mudam a cada edição: valem na data indicada.
Lidas no texto integral
- BISG, BISAC Subject Headings List, edição 2025, seções Fiction, Poetry, Juvenile Fiction, Young Adult Fiction e Biography & Autobiography, bisg.org, conferidas em 18/10/2026
- BISG, "BISAC FAQ", bisg.org, conferido em 10/2026
- BISG, "Subject Codes Committee Charter (2026)", bisg.org
- EDItEUR, "Thema", editeur.org, e Thema Subject Categories 1.6, navegador oficial (ns.editeur.org/thema), em inglês e em português do Brasil, conferidos em 18/10/2026
- OCLC, Dewey Decimal Classification: Summaries, 2003
- Câmara Brasileira do Livro, "Como solicitar um ISBN?", cblservicos.org.br, conferida em 18/10/2026
- Câmara Brasileira do Livro, "A estrutura da Ficha Catalográfica", cblservicos.org.br, conferida em 18/10/2026
- Metabooks, "Recommendations for Metabooks ONIX — Product Classification", metabooks.com
- Google, Play Books Partner Center Help, "Book info"
- IngramSpark, "BISAC Subject Codes", blog IngramSpark, 10/04/2017, atualizado em 19/12/2024
- Amazon KDP Help, "Categories" (G200652170), conferida em 10/2026
- Nielsen Book, US Study: The Importance of Metadata for Discoverability and Sales, 2016
- Fister, Barbara, "The Dewey Dilemma", Library Journal, 01/10/2009
- Kirch, Claire, "What's a Bookseller to Do with BISAC Codes?", Publishers Weekly, 18/04/2025
- National Association of Counties (NACo), "Library Dropped Dewey", Achievement Awards 2009
- Muyumba, Lauren, "Une nouvelle classification pour le livre papier et numérique", ActuaLitté, 30/04/2013
- Masset, Antoine, "Benoît Vaillant nouveau président de la CLIL", Livres Hebdo, 22/05/2024
- PublishNews, "Bibliotecas públicas passam a ter acesso à base de dados da Metabooks", 03/08/2018
- Ministério da Justiça e Segurança Pública, Portaria nº 502, de 23/11/2021 (classificação indicativa), art. 2º
Lidas em resumo ou pela referência
- BISG, "Complete BISAC Subject Headings List", bisg.org/page/BISACEdition
- OCLC, Introduction to the Dewey Decimal Classification
- UDC Consortium, "UDC Fact Sheet"
- Câmara Brasileira do Livro, Regulamento do 68º Prêmio Jabuti (2026)
- Editora da Unicamp, Memórias póstumas de Brás Cubas, 2026 (ficha catalográfica)
- Catálogos de bibliotecas brasileiras (IBICT, IFAC, UFPB) e ficha CIP da UERJ, sobre o prefixo "B" da CDD
VERSE MEDIA. Como classificar um livro: BISAC, Thema e CDD, e quem escolhe cada um. Enciclopédia Verse, 18 out. 2026. Disponível em: https://www.versemedia.com.br/enciclopedia/metadados-e-identificadores/isbn-e-metadados/bisac-thema-cdd. Acesso em: [data].
Achou um erro ou um número vencido? Escreva para enciclopedia@versemedia.com.br com o endereço desta página.
Enciclopédia Verse · ISBN e Metadados Voltar ao topo
