Como escrever o prefácio (ou a apresentação) de um livro
O prefácio (ou a apresentação, quando é o próprio autor quem escreve) existe para dar ao leitor uma razão para ler e um jeito de ler, e o que muda o trabalho é quem assina. Quem escreve sobre o próprio livro conta de onde ele veio e o que ele tenta; quem é convidado a abrir o livro de outra pessoa recomenda o livro e apresenta o autor. Nos dois casos, o texto não conta a história, que é trabalho do livro. Pela norma brasileira, o primeiro se chama apresentação e o segundo, prefácio; o inglês corta ao contrário, e a diferença entre prefácio e apresentação desfaz o falso cognato.
Alguém te pediu pra escrever o prefácio do livro dela, ou você mesmo decidiu abrir o seu com uma apresentação, e a página ficou em branco por mais tempo do que deveria. Você não sabe se conta a história do livro, se fala de você, ou quanto espaço isso deveria ocupar.
Um roteiro para escrever a apresentação do próprio livro ou o prefácio do livro de outra pessoa, com o que cortar e o tamanho que costuma funcionar.
Travou na página em branco do prefácio ou da apresentação sem saber se conta a história do livro, se fala de si mesmo, ou quanto espaço isso deve ocupar.
Nesta página
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O que escrever na apresentação do seu próprio livro
A apresentação que funciona diz três coisas: de onde o livro veio, o que ele tenta e como pede para ser lido. A armadilha está no tom, e Machado de Assis já a apontava em 1872: a desculpa.
As três coisas cabem em menos de seiscentas palavras, como mostra a advertência que Machado escreveu para Ressurreição, o primeiro romance dele, em 1872. A origem: a boa recepção de um volume de contos publicado dois anos antes o animou a escrever o romance. O gênero: "É um ensaio", num "gênero novo para mim". A intenção, dita sem rodeio: em vez de um romance de costumes, "tentei o esboço de uma situação e o contraste de dois caracteres". Quem lê isso sabe o que esperar do livro antes da primeira cena, e nada da trama foi entregue.
A mesma advertência nomeia o erro. "A crítica desconfia sempre da modéstia dos prólogos, e tem razão", escreve Machado, e compara esses prefácios humildes a enfeites de quem se crê bonita. O prefácio contrito pede indulgência e, com isso, põe a vaidade do autor na frente do livro. Machado troca a desculpa por um pedido preciso à crítica: intenção benévola, mas expressão franca e justa. Mesmo assim fecha "com o coração nas mãos": a humildade é difícil de largar até para quem a denunciou (leitura nossa).
O outro desvio é gastar a apresentação com os críticos. Na "Bênção paterna" de Sonhos d'ouro (1872), José de Alencar fala com o próprio livro, o "livrinho", e passa a maior parte de umas 3.700 palavras prevendo o que a crítica dirá do "peso" e da "cor" dele e respondendo antes que ela fale. O trecho que ainda serve a quem lê o romance é o pacto de leitura: estes volumes são "folhetins avulsos, histórias contadas ao correr da pena", e a crítica deveria perder o costume de exigir "um poema" de cada romance. É a função "como ler" dita em uma frase; o resto é a polêmica do autor com o seu tempo.
Daí sai a regra prática para quem escreve a sua: responda de onde o livro veio, o que ele tenta e o que o leitor não deve esperar dele, e corte o que for desculpa ou defesa. Os agradecimentos têm, pela NBR 6029, página própria, mas a norma admite pô-los também na apresentação ou no prefácio.
O que escrever quando você é convidado a prefaciar o livro de outra pessoa
O prefaciador convidado empresta o nome, e o texto dele vale pelo juízo que acrescenta, não pelo elogio. O teórico Gérard Genette, citado por Dalton Sanches em artigo de 2012 na revista História da Historiografia sobre as edições de Raízes do Brasil, diz que as funções do prefácio alógrafo, o escrito por outra pessoa, coincidem em parte com as do prefácio do autor, promover e orientar a leitura, mas mudam de natureza: o panegírico vira recomendação, e a informação sobre o texto vira apresentação. Recomendar é dizer por que este livro merece ser lido; apresentar é situar o autor e a obra para quem chega sem conhecê-los.
Recomendar com crédito pede uma reserva honesta. A carta que Machado escreveu em 1872 para abrir Névoas matutinas, livro de estreia do poeta Lúcio de Mendonça, faz as duas coisas em cerca de setecentas palavras e é o exemplo trabalhado no fim desta página. O gesto dela que mais serve a qualquer convidado é nomear o defeito principal do livro junto com as qualidades: o elogio ganha crédito porque não vem sozinho.
O risco do convite é o prefaciador ocupar o lugar do livro. Num prólogo datado de novembro de 1920 para Vida ociosa, romance de estreia de Godofredo Rangel, o escritor que assinava Hilário Tácito descreveu o prefácio de apadrinhamento como o de um "sujeito grave, com ares de maioral das letras" que se põe entre o leitor e o livro, e o chamou de apresentação dissimulada e tendenciosa. A escritora Ana Elisa Ribeiro, em coluna no jornal literário Rascunho (2021), deu nome a um desvio do gênero: o "eufácio", em que o convidado fala mais de si, da própria obra e dos próprios prêmios do que do livro que devia apresentar. Na mesma coluna, ela descreve o que o convite pede: dar atenção à obra e acrescentar a ela interesse e legitimidade.
Um caso brasileiro mostra o preço do aval de nome forte. Euclides da Cunha escreveu o "Preambulo" de Inferno verde, livro de contos amazônicos de Alberto Rangel publicado em 1908, e o texto faz as duas coisas que se esperam do prefácio alógrafo: situa o autor (um engenheiro que tem "a apparencia perfeita de um poeta") e transforma em argumento a estranheza que a crítica ia sentir ("O critico das cidades, que não comprehender este livro, será o seu melhor critico"). Também conta o desfecho de um dos contos, o do caboclo que "enterra-se vivo e morre" para não sair da terra, coisa que Hilário Tácito, doze anos depois, recusaria como papel de quem prefacia, e dedica as páginas finais a um manifesto próprio sobre o "colonato espiritual" do Brasil. Para o pesquisador Marco Aurélio Coelho de Paiva, em artigo na revista Sociologias (2011), o preâmbulo sintetiza o que Euclides já pensava sobre a Amazônia; e o crítico Péricles Moraes, em 1935, via em Rangel um imitador da prosa de Euclides. O aval de Euclides deu ao estreante um padrinho célebre e, na leitura posterior, colou-o a ele (leitura nossa).
Assine o texto: é o nome que dá crédito ao juízo de fora, e o Chicago Manual of Style pede a assinatura em toda peça que não é do autor do livro (quem assina o quê). O pedido também se prepara. A Greenleaf Book Group, editora americana, descreve uma prática que nada impede de copiar aqui: explicar por que escolheu aquela pessoa, mandar o original, combinar prazo e tamanho e deixar que o convidado escreva com as próprias palavras. A Scribe Media, empresa americana de publicação para autores, trata como normal o contrário, o autor redigir o texto que o outro assina. O que um texto escrito pelo próprio autor e assinado por outro perde é justamente o que o convite deveria trazer: um juízo de fora.
Que tamanho, que tom, e quando o prefácio atrapalha
Não há medida fixa para um prefácio; a medida é quanto ele acrescenta antes de a história começar. Os casos lidos para esta página vão de sessenta palavras a mais de trinta páginas, e os curtos não são os que dizem menos.
Uma nota de reedição cabe em sessenta palavras: a advertência que Machado pôs na nova edição de Ressurreição, em 1905, dá três informações, que é o primeiro romance dele, que o texto só mudou em "dois ou três vocábulos" e na ortografia, e que o livro pertence à primeira fase da obra. O prefácio de Oscar Wilde a O retrato de Dorian Gray tem menos de quatrocentas palavras em frases soltas, não fala da história nem de nenhuma personagem e diz só como o livro deve ser julgado: não existe livro moral ou imoral, só livros bem ou mal escritos. Wilde o publicou primeiro na Fortnightly Review, em março de 1891, depois dos ataques da imprensa à versão do romance saída na Lippincott's no ano anterior, segundo a compilação de Stuart Mason (1908): é a defesa escrita quando a crítica já tinha falado, o contrário da de Alencar, que respondia antes. No outro extremo, o "Prefácio interessantíssimo" de Mário de Andrade ocupa as páginas 7 a 39 da primeira edição de Paulicea desvairada (1922), para poemas que vão da 43 à 140.
Os números que circulam para o foreword, o prefácio de convidado, são pequenos: de 500 a 1.000 palavras, para a Greenleaf Book Group, e raramente mais de 500, para a Scribe Media. Os dois guias pensam em livro de negócios, em que o prefaciador é uma autoridade no tema, e nenhum cita fonte para o número; o que vale para quem escreve ficção é a regra que está por trás deles: cada parágrafo precisa dar ao leitor uma razão ou um modo de ler que o livro sozinho não dá.
A tensão do gênero está entre o prefácio como porta e o prefácio como manifesto, e três dos prefácios lidos aqui a encenam dentro do próprio texto. Mário, logo no começo do dele, escreve "Este prefácio, apesar de interessante, inútil" e explica que o escreveu para justificar depois o que os versos disseram sem pensar; no fim, admite que a teoria toda "não vale coisíssima nenhuma". Hilário Tácito abre o de Vida ociosa dizendo que o papel que menos o seduz é o do ator que vem à boca de cena "antecipar o trama" da peça, e fecha perguntando ao leitor por que leu um prólogo que se declarou dispensável. O escritor argentino Jorge Luis Borges, no "Prólogo de prólogos" (1975), no trecho reproduzido pela revista mexicana Istmo, separa o prólogo que é uma forma de brinde, o elogio de sobremesa, do que é uma espécie lateral da crítica, e escreve que um livro, ele crê, deve bastar-se. O manifesto de Wilde e o de Mário valem por si porque defendem uma ideia própria (leitura nossa); o de quem só repete que o livro é bom não passa da sobremesa.
Daí sai o critério de quando o prefácio atrapalha. Atrapalha quando conta o desfecho, o papel que Hilário Tácito recusava; quando fala mais de quem assina do que do livro, o "eufácio" de Ana Elisa Ribeiro; e quando só repete que o livro é bom, o brinde de sobremesa de Borges. Para o prefácio de convidado, a Scribe lembra que nem todo livro precisa de um e sugere, na dúvida, pedir ao convidado só uma frase para a capa.
O que muda a resposta
- Quem assina. O autor fala de origem, intenção e modo de ler; o convidado recomenda e apresenta, e diz qual é a relação dele com o livro.
- Primeira edição ou reedição. A nota de nova edição diz o que mudou no texto e onde o livro fica na obra, como a de Ressurreição em 1905. Um prefácio de convidado que entra numa reedição pode passar a orientar a leitura de tudo o que vem depois: o do crítico Antonio Candido para Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda, entrou na 4ª edição, em 1967, e virou a partir da 5ª "O significado de Raízes do Brasil". Quando uma reedição acrescenta prefácio, a ordem dos prefácios de cada edição segue a NBR 6029.
- Ficção ou não ficção. Os guias de prática são escritos para não ficção. No romance, o texto de abertura disputa a atenção com a primeira cena, e o que se diz sobre o livro antes dela tem de valer a espera (leitura nossa); escrito na voz do narrador, ele já é parte da história e segue as regras do livro (quando o prefácio pertence à ficção).
- Impresso ou ebook. No ebook, cada página antes do capítulo um gasta amostra da loja: veja a conta da amostra do ebook.
Exemplo trabalhado: a carta de Machado de Assis a Lúcio de Mendonça (1872)
A carta-prefácio de Névoas matutinas, que se lê inteira na transcrição da Wikisource, abre o livro de estreia de um poeta com cerca de setecentas palavras e cumpre, parágrafo por parágrafo, as funções de um prefácio de convidado. O livro é de poesia; o ofício de quem prefacia é o mesmo num romance.
| movimento | o que Machado faz | no texto |
|---|---|---|
| Aceitar e prometer brevidade | Recusa a "longa dissertação" que começasse na poesia grega: o tamanho é respeito ao leitor | "Cumpre-me ser breve para não tomar tempo ao leitor." |
| Dizer por que o livro pede atenção | Um livro de versos de amor, íntimos, num tempo que vive em prosa | "quando todos vivemos e sentimos em prosa" |
| Declarar a relação com o autor | Conhecia o nome e duas ou três composições avulsas; nada mais | "Conhecia já há tempo o seu nome ainda agora nascente" |
| Nomear o defeito principal | O livro realiza demais a ideia do título: melancolia onde se esperava juventude, com prova tirada da dedicatória do próprio livro | "Há aqui mais saudades que esperanças" |
| Explicar o defeito sem absolver | Atribui a melancolia ao tempo e às leituras, e confessa que ele mesmo cedeu a esse pendor na estreia | "também eu cedi em minhas estréias a esse pendor do tempo" |
| Apontar o que ler, sem resumir | Passa o juízo ao público e indica quatro poemas pelo nome | "O público vai examinar por si mesmo o livro." |
| Fechar com conselho ao autor | Pede estudo e rigor depois do sucesso | "seja enfim o mais austero crítico de si mesmo" |
A carta também não resume o livro, não promete ao leitor mais do que o livro dá e só fala da obra de Machado para confessar que ele cedeu ao mesmo pendor na estreia. O defeito nomeado é o que torna crível o elogio, e a indicação dos quatro poemas faz o trabalho que um resumo faria mal.
Roteiro para copiar
APRESENTAÇÃO (o livro é seu)
1. De onde o livro veio (o que o fez começar, em uma ou duas frases):
2. O que ele tenta (e o que não tenta):
3. Como pede para ser lido (gênero, escala, o que não esperar):
Cortar: desculpas, defesa contra críticas que ainda não existem, resumo da trama.
PREFÁCIO (o livro é de outra pessoa)
1. Qual é a sua relação com o autor e com o livro:
2. Por que este livro merece ser lido (a recomendação, com um motivo concreto):
3. Quem é o autor, para quem não o conhece (a apresentação):
4. O que o leitor deve procurar (peças, capítulos, um traço do estilo), sem contar o fim:
5. Uma reserva honesta, se houver:
6. Assinatura (nome e, se quiser, lugar e data):
Cortar: você mesmo (sua obra, seus prêmios), manifesto que não precise do livro, desfecho.
Continue por aqui
O guia-mãeAs partes de um livro, da capa ao colofão — A ordem das partes de um livro é costume de oficina, não regra de lei.Guias do mesmo assunto
Quem fala sobre isso 3pessoas
- Gérard Genette †teórico literário (1930–2018); a bio da Seuil o apresenta como ex-diretor de estudos da EHESS e diretor da coleção Poétique
Publicou Seuils (1987; Paratextos editoriais, 2009), que estuda o prefácio entre os elementos em volta do texto e separa prefácio autoral e alógrafo.
Página ↗ - Ana Elisa Ribeiroescritora, editora e professora (Wikipedia em português); cronista do Rascunho em 2021
Escreveu a crônica 'Prefácio, posfácio e eufácio' (Rascunho, 2021), em que chama de eufácio o prefácio que fala mais do prefaciador que do livro.
Página ↗ - Hilário Tácito †escritor (pseudônimo; o Wikidata o liga a José Maria de Toledo Malta, 1885–1951)
Assinou o 'Prologo dispensavel' de Vida ociosa, de Godofredo Rangel (1920), prólogo que discute o prefácio de apadrinhamento.
Página ↗
O que a rede diz 6 vozes
YouTubeLaura Bacellar explica que prefácio e apresentação são textos diferentes e dá dicas de como e quando fazer cada um.
Escreva seu LivroYouTube ↗
YouTubeBooktuber conta como foi escrever o prefácio de uma edição de um livro de Eça de Queiroz.
Bruna MartiolliYouTube ↗
TikTokCriadora de dicas de escrita ressalta que o prefácio é opcional.
@jana.booksTikTok ↗
TikTokEditora pergunta o que deve ir num bom prefácio, quem pode escrevê-lo, qual a função dele e como fazer com que desperte o interesse do leitor.
@wakeditoraTikTok ↗
YouTubeProfessor de escrita propõe o prefácio de Oscar Wilde em O retrato de Dorian Gray como modelo, com um passo a passo para estruturar o texto.
Mauro Plastina - TellersYouTube ↗
YouTubeConsultoria americana explica o foreword de não ficção, escrito por outra pessoa que não o autor, e como achar alguém de influência para escrevê-lo.
Book LaunchersYouTube ↗
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Lidas no texto integral
- Machado de Assis, carta-prefácio a Lúcio de Mendonça, Névoas matutinas (Rio de Janeiro, 1872), transcrição da Wikisource em português.
- Machado de Assis, Ressurreição, "Advertência da primeira edição" (1872) e "Advertência da nova edição" (1905), em Obra completa (Nova Aguilar, 1994), transcrição da Wikisource.
- José de Alencar, Sonhos d'ouro (1872), "Bênção paterna", transcrição da Wikisource.
- Euclides da Cunha, "Preambulo", em Alberto Rangel, Inferno verde (scenas e scenarios do Amazonas), ed. de 1927, p. 1–22 (archive.org,
infernoverdescen00rang). - Hilário Tácito, "Prologo dispensavel", em Godofredo Rangel, Vida ociosa, 2ª ed. (Companhia Editora Nacional, 1934), p. 5–29, transcrição da Wikisource.
- Mário de Andrade, "Prefácio interessantíssimo", em Poesias completas, ed. crítica de Diléa Zanotto Manfio (Itatiaia/Edusp, 1987), p. 59 e seguintes (archive.org); índice da 1ª ed. de Paulicea desvairada (Casa Mayença, 1922), Wikisource.
- Oscar Wilde, The Picture of Dorian Gray (1891), "The Preface", Project Gutenberg nº 174.
- ABNT, NBR 6029:2023 — Livros e folhetos — Apresentação, itens 3.41 e 4.2.1.5.
- Dalton Sanches, "As escritas de (e sobre) Raízes do Brasil", História da Historiografia 5 (9), 2012, p. 201–221, com citação de Gérard Genette, Paratexts: Thresholds of Interpretation (Cambridge UP, 1997), p. 264–265.
- The Chicago Manual of Style Online, Chicago Style Q&A, "Manuscript Preparation, Copyediting, and Proofreading", FAQ 88.
Lidas em resumo ou pela referência
- Jorge Luis Borges, "Prólogo de prólogos", em Prólogos con un prólogo de prólogos (1975), trechos reproduzidos em "Borges, prólogo de prólogos", Istmo, 01/01/2009.
- Stuart Mason (org.), Oscar Wilde: Art and Morality. A Defence of "The Picture of Dorian Gray" (J. Jacobs, 1908), Project Gutenberg.
- Marco Aurélio Coelho de Paiva, "O sertão amazônico: o inferno de Alberto Rangel", Sociologias 13 (26), 2011, p. 298–337, com citação de Péricles Moraes, Os intérpretes da Amazônia (1935).
- Ana Elisa Ribeiro, "Prefácio, posfácio e eufácio", Rascunho, 12/10/2021.
- Greenleaf Book Group, "Foreword FAQs", Learning Center (s.d.); Scribe Media, "Scribe Guide to Book Forewords", 07/11/2018.
VERSE MEDIA. Como escrever o prefácio (ou a apresentação) de um livro. Enciclopédia Verse, 24 set. 2026. Disponível em: https://www.versemedia.com.br/enciclopedia/producao-editorial/fisico/como-escrever-um-prefacio. Acesso em: [data].
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