Como diagramar um livro no Word
Dá para diagramar o miolo de um romance no Word instalado no computador, desde que o livro seja de texto corrido e o destino aceite o que o Word entrega: o KDP recebe o próprio arquivo do Word quando o livro não tem sangria, e a IngramSpark exige um PDF/X que o Word não gera sozinho. O trabalho se concentra em cinco lugares do programa: o tamanho do papel, as margens espelhadas, os estilos, as quebras de seção com os cabeçalhos e a exportação do PDF. Por que cada número (margem, corpo, entrelinha, recuo) é o que é, e de onde ele vem, está em como diagramar um livro para impressão; esta página mostra onde cada decisão entra no Word.
Você já tem o Word instalado e queria diagramar o livro nele mesmo, sem comprar outro programa, mas não sabe se o arquivo que sai de lá é aceito pela gráfica ou pela plataforma que escolheu. As margens espelhadas, os estilos e a exportação em PDF parecem escondidos em menus que você nunca usou.
O passo a passo de diagramação no Word: papel, margens espelhadas, estilos, quebras de capítulo, cabeçalho e exportação do PDF, com um checklist para copiar e um exemplo com as contas feitas.
Queria diagramar o livro no Word que já tinha instalado, sem comprar outro programa, mas travou porque as margens espelhadas, os estilos e a exportação do PDF ficam escondidos em menus que nunca tinha usado.
Nesta página
Preço vem com a data na frase. O que estiver sublinhado em mostarda é análise nossa; o resto tem fonte no fim da página. Termo com ponto abre a definição ao passar o mouse.
Como configurar a página do livro no Word?
A página do livro se configura antes de colar o texto, e em duas caixas: o tamanho do papel, que é o do livro fechado, e as margens espelhadas, que trocam "esquerda e direita" por "interna e externa".
O tamanho do papel fica na caixa Configurar Página, na guia Papel: no fim da lista de tamanhos há a opção de tamanho personalizado, com largura e altura, e mexer na medida de um tamanho padrão já o transforma em personalizado. O valor é o formato do livro, 14 × 21 cm por exemplo, e não uma folha A4, como lembra a página sobre tamanho padrão de livro.
As margens espelhadas ficam em Layout › Margens › Margens Personalizadas: em "Várias páginas", escolhe-se "Margens espelhadas", e as caixas Esquerda e Direita passam a se chamar Interna e Externa. É o que faz a margem da dobra ficar à direita nas páginas pares e à esquerda nas ímpares. Com margens espelhadas, a caixa "Posição da medianiz" fica indisponível e o Word decide sozinho; na nossa leitura, a forma mais simples de trabalhar é deixar a medianiz do Word em zero e digitar a margem interna inteira na caixa Interna, para que o número da caixa seja o número da especificação. A opção "Livro dobrado", na mesma lista, é outra coisa: monta um livreto em folha deitada, para imprimir e dobrar em casa, e muda a orientação para paisagem. Arquivo para gráfica ou plataforma vai em páginas simples.
Uma condição muda a resposta logo aqui: o Word na web conserva margens espelhadas que já estão no arquivo, mas não permite criá-las. O livro se monta no Word instalado, no Windows ou no Mac.
Como fazer capítulos, cabeçalhos e números de página no Word?
Capítulo, cabeçalho e numeração dependem de duas ferramentas do Word: os estilos de título, que marcam onde cada capítulo começa, e as quebras de seção, que deixam cada parte do livro ter cabeçalho e numeração próprios. Formatar à mão, capítulo por capítulo, desfaz as duas.
Os estilos vêm primeiro. O título de cada capítulo recebe o estilo Título 1, e o sumário automático do Word é montado só a partir dos títulos com esses estilos; quando um capítulo muda de nome ou de lugar, o sumário se atualiza com um clique direito › Atualizar Campo, que permite atualizar só os números de página ou o sumário inteiro. O mesmo estilo alimenta o cabeço corrido: o campo STYLEREF, posto no cabeçalho, imprime o primeiro texto da página formatado com o estilo indicado, e com a chave \l, o último. Com { STYLEREF "Título 1" } no cabeçalho, o nome do capítulo aparece sozinho em cada página, sem ser digitado seção por seção.
A quebra de seção separa o livro em partes. A quebra "Página ímpar" começa uma seção nova na próxima página ímpar, e o Word insere a página em branco quando ela falta: é o comando para um capítulo abrir sempre na página da direita, se o projeto pedir isso. Dentro de cada seção, três caixas do cabeçalho fazem o resto. "Páginas Pares e Ímpares Diferentes" permite o título do livro de um lado e o do capítulo do outro. "Primeira Página Diferente" tira cabeço e número da página de abertura do capítulo, e "Vincular ao Anterior", desmarcada no cabeçalho da seção nova, impede que uma mudança nele volte para as seções de trás. Em Número da Página › Formatar Números de Página, o formato i, ii, iii serve para as páginas do começo, e "Iniciar em" faz a numeração arábica recomeçar em 1 no primeiro capítulo. Quais páginas levam número e em que ordem elas vêm é assunto de partes de um livro.
Três ajustes de parágrafo completam o miolo. O "Controle de viúvas/órfãs", que vem ligado por padrão, fica em Parágrafo › Quebras de linha e de página, junto de "Manter com o próximo" e "Manter linhas juntas"; o controle garante pelo menos duas linhas do parágrafo no alto ou no pé da página, e o que são viúvas e órfãs, e por que os nomes variam, está na página sobre isso. O idioma do texto se marca em Revisão › Idioma › Definir Idioma de Revisão, selecionando o texto e escolhendo o português. A hifenização automática fica em Layout › Hifenização: as opções permitem limitar quantas linhas seguidas terminam em hífen e ajustar a zona de hifenização, em que uma zona mais larga dá menos hifens e uma zona mais estreita deixa a margem direita mais regular; por que o texto justificado precisa dela está na seção seguinte, e a Base do Acordo Ortográfico que rege onde a palavra se quebra em português está no guia sobre como diagramar um livro para impressão. E o kerning, o ajuste de espaço entre pares de letras, se liga em Fonte › Avançado › "Kerning para fontes", caminho que o tipógrafo Matthew Butterick, autor de Practical Typography, ensina com a recomendação de manter o kerning sempre ligado.
Como exportar o PDF do livro no Word para a gráfica?
O PDF que o Word exporta serve para uma parte dos destinos e não para outra, porque a caixa de exportação do Word não tem as opções que as gráficas mais exigentes pedem. Antes de exportar, vale saber qual arquivo o destino aceita.
A exportação fica em Arquivo › Salvar como › PDF › Opções. A caixa oferece otimizar para "Padrão (publicação online e impressão)" ou "Tamanho mínimo", criar indicadores a partir dos títulos, "Compatível com ISO 19005-1 (PDF/A)" e "Texto de bitmap quando as fontes não podem ser incorporadas". Não há PDF/X, perfil de cor, sangria nem marcas de corte na lista (leitura nossa da lista de opções). A caixa "Não incorporar fontes comuns do sistema", em Arquivo › Opções › Salvar, vale para o arquivo do Word que outra pessoa vai abrir, não para o PDF.
Os destinos tratam o arquivo do Word de modos opostos. O KDP oferece modelos de Word para cada formato, em branco ou com texto de exemplo, e só pede a conversão para PDF quando o livro tem sangria; o texto de exemplo esquecido no modelo pode dar erro no envio ou rejeição na revisão, e o modelo de diagramação de livro trata dos arquivos de partida. A IngramSpark põe o Microsoft Word na lista de programas que não suporta, ao lado do Publisher e de versões antigas do InDesign, diz que não dá suporte técnico a arquivos criados neles e exige PDF/X-1a:2001 ou PDF/X-3:2002, configuração que o guia aponta nas versões profissionais do Acrobat. A central de suporte da UICLAP pede o miolo em PDF no tamanho escolhido, sem necessidade de inserir linhas de corte.
Nos dois relatos de autores encontrados, o problema foi a fonte. A autora independente Melinda Clayton escreveu, no site Indies Unlimited em 2018, que salvar do Word em PDF nem sempre incorpora todas as fontes, que o antigo CreateSpace, da Amazon, as incorporava pelo autor e que a IngramSpark rejeita o arquivo; ela usa o Acrobat Pro para garantir a incorporação. Num fórum de escritores, em fevereiro de 2025, um autor contou que a IngramSpark recusou o PDF do Word de um livro de 454 páginas por falta da Times New Roman, fonte que ele dizia não usar em parte alguma do texto. Segundo o relato, exportar pelo LibreOffice mudou o livro para 437 páginas, o que não servia com a edição já à venda no KDP, e o arquivo passou quando ele exportou do próprio Word com a opção PDF/A marcada. Na nossa leitura, o caso mostra duas coisas: a fonte que falta pode estar num estilo ou numa marca de parágrafo, e não no texto visível; e trocar de programa na saída repagina o livro, o que muda a lombada.
Conferir as fontes do PDF antes de enviar é o passo que fecha a exportação: nas propriedades do arquivo, cada fonte precisa aparecer como incorporada, como pede o guia da IngramSpark.
Quando o Word não basta para diagramar um livro?
O Word basta enquanto o livro é texto corrido, com poucas imagens, em preto, para um destino que aceita o arquivo dele. Ele deixa de bastar quando o livro pede o que a caixa de exportação não tem, ou uma composição que o autor não consegue controlar parágrafo a parágrafo.
A confusão entre processador de texto e programa de paginação é antiga. Em dezembro de 1989, a revista Compute! chamou o Word 5.0, que passava a juntar texto e imagem com pré-visualização da página, de motor sólido para a editoração eletrônica básica, e disse que, como processador de texto de alto desempenho, ele valia a pena. Na nossa leitura, o adjetivo "básica" é o limite que continua valendo.
O argumento a favor do Word é de produtividade na escrita, e há um experimento sobre isso. Num experimento com 40 pesquisadores, publicado na PLoS ONE em 2014, Markus Knauff e Jelica Nejasmic compararam o Word com o LaTeX, o sistema de composição usado na academia: em texto corrido e em texto com tabelas, quem usou o Word escreveu mais no mesmo tempo e cometeu menos erros de formatação, e o LaTeX só levou vantagem no texto com equações. O estudo mediu a produção do texto, não a qualidade tipográfica da página: não responde se o parágrafo justificado do Word abre mais buracos que o de um programa de paginação.
A crítica tipográfica vai pelo outro lado. Butterick considera que, em texto justificado, a hifenização é obrigatória; no Word, isso significa ligar Layout › Hifenização sempre que o texto for justificado. Por que o texto justificado sem ela abre espaços largos entre palavras está no guia sobre como diagramar um livro para impressão. O editor pernambucano Wellington de Melo, que escreveu em 2013 uma série sobre diagramar livros no Word, resume a posição dele: as editoras usam o InDesign, mas dá para chegar lá no Word com alguns macetes.
Os sinais para trocar de programa saem do que esta página mostrou (leitura nossa): imagem que encosta na borda e pede sangria; miolo colorido, que pede controle de cor que o Word não exporta; destino que exige PDF/X e nenhum Acrobat Pro à mão. Quais são as alternativas, gratuitas ou pagas, está em programas para diagramar livro, e o caminho no Canva, em como diagramar um livro no Canva.
Checklist para diagramar um livro no Word
As caixas, na ordem em que se preenchem. Os valores entre parênteses são os do exemplo abaixo; os seus saem da especificação do destino e das decisões do guia sobre como diagramar um livro para impressão.
Versão para copiar
DIAGRAMAR NO WORD (Word instalado, não o Word na web)
[ ] Texto final revisado, num arquivo só
[ ] Configurar Página › Papel › tamanho personalizado (14 × 21 cm)
[ ] Layout › Margens › Personalizadas › Várias páginas: Margens espelhadas
Interna (2,2 cm) · Externa (1,8) · Superior (2,0) · Inferior (2,5) · Medianiz 0
[ ] Estilo do corpo: fonte, corpo e entrelinha exata (11/13,2), justificado, recuo de 1ª linha
[ ] Estilo Título 1 em cada título de capítulo
[ ] Revisão › Idioma › Definir Idioma de Revisão: português, com todo o texto selecionado
[ ] Layout › Hifenização ligada (conferir as divisões na prova)
[ ] Fonte › Avançado › Kerning para fontes ligado
[ ] Parágrafo › Quebras de linha e de página › Controle de viúvas/órfãs ligado
[ ] Layout › Quebras › Página ímpar antes de cada capítulo (se abrir à direita)
[ ] Cabeçalho: Páginas Pares e Ímpares Diferentes · Primeira Página Diferente
[ ] Cabeçalho da seção nova: Vincular ao Anterior desligado
[ ] Cabeço com { STYLEREF "Título 1" } no lado do capítulo
[ ] Número da Página › Formatar: i, ii, iii no começo; Iniciar em 1 no capítulo 1
[ ] Sumário automático › Atualizar Campo › sumário inteiro
[ ] Texto de exemplo do modelo apagado (se partiu de um modelo)
[ ] Destino aceita.docx? Enviar o.docx. Pede PDF? Salvar como PDF › Opções
(PDF/A marcado se o destino rejeitou fonte). Pede PDF/X? Converter no Acrobat Pro.
[ ] Propriedades do PDF › Fontes: todas incorporadas
[ ] Prova impressa
Exemplo: "Demônios", de Aluísio Azevedo, em 14 × 21
"Demônios" é um conto longo de Aluísio Azevedo, dividido em introdução e doze capítulos, que saiu primeiro em folhetim no jornal Folha Nova, em 1891, e depois em livro, em 1893 e no volume Pegadas, de 1898, segundo o estudo de Júlio França e Marina Sena na revista Soletras, da UERJ. O texto da Wikisource, sem os títulos e a navegação, tem 8.592 palavras e 51.271 caracteres (conta nossa). É um miolo pequeno com estrutura de livro, o que basta para mostrar cada caixa do checklist.
Antes de abrir o Word. O texto baixado não está pronto para diagramar. A transcrição traz erros de leitura óptica, como "1ampiões" no lugar de "lampiões" e "c não ouvir" no lugar de "e não ouvir", e marca as falas com hífen, e não com travessão, em 12 começos de parágrafo. As duas correções entram no texto antes da diagramação, porque trocar o hífen pelo travessão depois muda o comprimento das linhas.
Página. Papel de 14 × 21 cm; margens espelhadas com interna de 2,2 cm, externa de 1,8, superior de 2,0 e inferior de 2,5. A mancha sai com 10 × 16,5 cm.
Corpo. Palatino Linotype, uma das fontes que vêm no Windows usado no teste, em corpo 11 com entrelinha exata de 13,2 pontos, justificado, com recuo de primeira linha de um eme. Com essa mancha, cabem 35 linhas por página e, em média, 53 caracteres por linha, dentro da faixa de 45 a 75 caracteres por linha. Com a Georgia, a média fica praticamente igual, 53,4.
Capítulos. Título 1 em "Introdução" e em cada numeral de I a XII; quebra "Página ímpar" antes de cada um; abertura com cerca de dez linhas de espaço antes do texto; "Primeira Página Diferente" nas aberturas; cabeço com o título do conto nas pares e o STYLEREF do capítulo nas ímpares.
O que a conta mostra. Numa simulação de quebra de linha sem hifenização (conta nossa, que não reproduz o algoritmo do Word), o texto ocupa 48 páginas com os capítulos abrindo na página ímpar, e 41 se cada capítulo só começar em página nova. A regra da página ímpar custa sete páginas em branco num conto de treze partes, cerca de 17% a mais. Subir a entrelinha para 15 pontos leva o texto a 52 páginas, e usar corpo 12 com entrelinha de 14,4 leva a 54, com 48 caracteres por linha. Somadas as páginas do começo, como folha de rosto, créditos e sumário, o livro passa das 48 páginas, acima do mínimo de 24 que o KDP pede. Na nossa leitura, num miolo curto e cheio de capítulos, a decisão de abrir sempre à direita pesa mais no número de páginas do que a escolha entre corpo 11 e 12.
Saída. Para o KDP, sem sangria, o.docx; para a UICLAP, o PDF do Word com as fontes conferidas nas propriedades; para a IngramSpark, o PDF convertido para PDF/X-1a no Acrobat Pro.
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O guia-mãeDiagramação de livro: como diagramar um livro para impressão — Os números que circulam para diagramar um livro vêm, na nossa leitura, de três fontes que os guias costumam misturar: o mínimo técnico da gráfica ou da plataforma, que só garante que nada seja cortado; a regra de ofício dos tipógrafos, firmada em séculos de liGuias do mesmo assunto
Termos usados nesta página
Quem fala sobre isso 5pessoas
- Wellington de Meloescritor, editor e mentor literário (bio do site dele)
Obra: post de 2013 no blog dele sobre diagramar livros no Word.
Página ↗ - Matthew Buttericktipógrafo e advogado; autor do livro web Butterick's Practical Typography (2013)
Obra: capítulo "Kerning" do Practical Typography, com o caminho do kerning no Word.
Página ↗ - Markus Knauffpsicólogo, Universidade de Giessen (afiliação no artigo de 2014)
Obra: artigo de 2014 (PLoS ONE, com Jelica Nejasmic) comparando Word e LaTeX na preparação de documentos.
Na Wikipedia ↗ - Joanne Phillipsromancista independente (bio do blog dela)
Obra: post de 2013 sobre compor o miolo do romance no Word, com modelo 5 × 8 pol.
Página ↗ - Jill Williamsonromancista de fantasia e ficção científica para jovens (bio no Go Teen Writers)
Obra: post de 2015 no blog Go Teen Writers sobre compor um romance no Word.
Página ↗
O que a rede diz 6 vozes
YouTubeTutorial completo de diagramação no Word com um objetivo declarado: deixar o arquivo na estrutura e no formato certos para a impressão de um livro físico.
Drak TutoriaisYouTube ↗
TikTokTrata as margens como o ajuste central de quem diagrama o próprio livro no Word e mostra como editá-las.
@segredo.entre.linhTikTok ↗
TikTokMostra um contorno para quando os títulos de capítulo são imagens personalizadas: nesse caso o sumário automático do Word, Docs ou Canva não os reconhece.
@resquiciosdasestrelasTikTok ↗
YouTubeApresenta a diagramação básica no Word como caminho para quem tem a obra pronta ou em andamento, avisando que as dicas não substituem a diagramação profissional.
uiclapbr (UICLAP)YouTube ↗
YouTubeSidney Guerra defende que o Word não é a ferramenta ideal para diagramar, pela diferença entre editor de texto e software profissional de diagramação.
Escreva seu Livro (Sidney Guerra)YouTube ↗
TikTokAutora estrangeira ensina a dividir capítulos e partes pré e pós-textuais em seções com cabeçalho, o que organiza o arquivo e é o que permite gerar o sumário, sobretudo no e-book.
@23ghosts1TikTok ↗
O que está acontecendo
- Autora independente paga pela impressão de 500 livros e, depois de enviar os primeiros exemplares, descobre que o último capítulo ficou de fora ↗
EM FOCO Resumo da matéria 01 Erro apareceu tarde A ausência do capítulo só ficou evidente depois que a tiragem
- Livro descobre inspiração para capas da editora José Olympio, marco da literatura brasileira ↗
‘Padrões e Variações’, resultado da tese de doutorado de Carla Fontana, imprimiu trajetória capista de uma das editoras mais importantes da história nacional
- The Painted Book Cover Is Back ↗
The recent shift toward figuration on book covers may reflect a broader desire for physical presence — proof of the artist’s hand in the digital age.
- Book charms: conheça tendência dos mini livros em formato de chaveiro que cresce na Bienal do Livro ↗
A novidade surgiu de uma parceria entre editora e marca de luxo americana. Agora, editoras brasileiras como Rocco e Planeta apostam no formato para unir moda, literatura e público jovem engajado
- Por que as vendas de livros crescem no Brasil enquanto os leitores diminuem? ↗
Num cenário em que 53% dos brasileiros não são leitores, segundo pesquisa, redes sociais e áudio impulsionam o mercado editorial
A Verse Media faz infraestrutura para quem escreve e publica livros no Brasil. A Enciclopédia é a parte pública disso: páginas escritas a partir de fonte aberta, com preço e data na frase, para que um autor decida sem depender de quem vende o serviço. Toda afirmação de fato tem fonte listada. O que é análise nossa está marcado no texto. Fato que nenhuma fonte sustenta não entra. A pesquisa e a redação usam modelos de linguagem com regras de fonte e checagem independente; a revisão é humana.
Lidas no texto integral
- Microsoft Support: "Definir margens espelhadas para páginas opostas"; "Criar cabeçalhos ou rodapés diferentes para páginas pares e ímpares"; "Personalizar números de página e seus formatos em seções diferentes"; "Salvar ou converter em PDF ou XPS"; "Quebras de linha e de página"; "Field codes: StyleRef field"; "Page Setup - Paper options"; "Insert a table of contents"; "Troubleshoot checking spelling and grammar in multiple languages"; "Control hyphenation".
- IngramSpark, File Creation Guide (PDF).
- Amazon KDP, ajuda: "Paperback manuscript templates".
- Compute!, n. 115, dezembro de 1989, resenha do Microsoft Word 5.0 (OCR do Internet Archive).
- Matthew Butterick, Butterick's Practical Typography, "Kerning".
- Aluísio Azevedo, "Demônios", texto da Wikisource (domínio público).
Lidas em resumo ou pela referência
- Microsoft Support: "Set gutter margins"; "Create a booklet or book in Word"; "Insert a section break"; "Word Options (Save)".
- Matthew Butterick, Butterick's Practical Typography, "Hyphenation".
- UICLAP, Central de suporte, "Upload do miolo".
- Markus Knauff e Jelica Nejasmic, "An Efficiency Comparison of Document Preparation Systems Used in Academic Research and Development", PLoS ONE 9(12): e115069, 2014.
- Júlio França e Marina Sena, "Do Naturalismo ao Gótico: as três versões de 'Demônios', de Aluísio Azevedo", Soletras (UERJ), n. 27, 2014.
- Melinda Clayton, "Publishing on IngramSpark Is Easy", Indies Unlimited, 04/09/2018.
- Writing Forums, tópico "Ingram Spark / MS Word PDF Woes", fevereiro de 2025.
- Wellington de Melo, "Diagramando livros no Word – parte 1", blog do autor, 2013.
VERSE MEDIA. Como diagramar um livro no Word. Enciclopédia Verse, 24 set. 2026. Disponível em: https://www.versemedia.com.br/enciclopedia/producao-editorial/fisico/como-diagramar-um-livro-no-word. Acesso em: [data].
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