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Distribuidora de livros: como distribuir seu livro em todas as lojas de uma vez

Para quem publica sem editora, distribuidora de livros é o serviço que recebe o livro uma vez e o entrega a várias lojas, como Draft2Digital, PublishDrive, StreetLib, a brasileira Simplíssimo e o Clube de Autores. Nenhuma lista oficial lida cobre todas as lojas, e, fora o plano grátis da PublishDrive, cada serviço cobra algo que a loja direta não cobra: comissão, taxa ou assinatura. Na nossa leitura, o arranjo que serve a quem vende em português é direto na Amazon, no Google e na Apple, e serviço no resto.

Você procurou um jeito de pôr o livro em todas as lojas e caiu em listas em inglês que não falam de quem mora no Brasil. Uma diz que o serviço é de graça, outra mostra uma taxa, e nenhuma responde se o dinheiro chega aqui nem o que acontece com o livro que já está na Amazon.

O que você leva

O mapa do caminho do livro até as lojas, na ordem de fazer: o que vai direto, qual serviço leva o resto e por quê, a conta por venda, qual ISBN usar, como o dinheiro chega a quem mora no Brasil, o caminho do impresso e como sair.

Pra quem é

Procurou como estar em todas as lojas, achou listas em inglês com preço velho e não sabe se o serviço paga quem mora aqui, se o livro chega ao leitor brasileiro nem o que acontece com a Amazon.

Nesta página
  1. Como funciona uma distribuidora de livros?
  2. Distribuidora de livros aceita autor independente?
  3. Dá para publicar em todas as lojas de uma vez?
  4. Dá para usar agregador com o KDP Select?
  5. O que publicar direto e o que passar por agregador?
  6. Como receber morando no Brasil?
  7. Qual distribuidora de e-book escolher?
  8. Qual ISBN usar em cada caminho?
  9. Como distribuir livro impresso para livrarias e lojas?
  10. Como conferir, trocar de distribuidora ou sair?
  11. A jornada em uma tabela
  12. As rotas lado a lado
  13. A conta por venda
  14. Antes de publicar: o checklist
  15. Perguntas frequentes
  16. O que fazer com isso
Pilha de livros e um livro aberto sobre uma mesa de madeira, com estantes ao fundo.
Um mesmo livro pode chegar a muitas lojas por caminhos diferentes. Foto de Ahmet Polat no Pexels

Preço vem com a data na frase. O que estiver sublinhado em mostarda é análise nossa; o resto tem fonte no fim da página. Termo com ponto abre a definição ao passar o mouse.

Como funciona uma distribuidora de livros?

Depende de quem contrata, porque, na distribuição de livros, a palavra nomeia negócios diferentes: um trabalha para o autor e cobra dele, outro trabalha para a editora e vive de desconto. Quem procura comprar livro no atacado para revender é outro público.

  • Agregador. Na regra da Draft2Digital, recebe o livro uma vez, o autor marca as lojas, ela fica com uma parte de cada venda e paga por mês, sem adquirir direitos nem pedir exclusividade.
  • Distribuidora física. Trabalha com editoras, em geral em consignação: os livros ficam nas livrarias ou, antes delas, nas distribuidoras, com descontos acertados entre as partes, e o acerto só sai depois da venda ao cliente final. Na venda ou consignação às livrarias, a PublishNews, portal do mercado editorial, citou em outubro de 2026 o desconto de 50% sobre o preço de capa.
  • Impressão sob demanda. O exemplar só é feito depois do pedido; a empresa imprime, envia e cuida do repasse, mas em geral não investe em marketing, como registra o livro The Impact of Print-On-Demand on Academic Books (2017), de Wilson-Higgins.
  • Atacado com gráfica. A IngramSpark, serviço de autopublicação da Ingram, junta a impressão da gráfica Lightning Source à rede de atacado da Ingram: o editor recebe o preço de atacado menos a impressão de cada livro vendido.
  • Loja. Vende ao leitor. A digital retém, no modelo de agência, 30% do preço definido pelo autor, segundo a ajuda da StreetLib; a física, escreve a Writer Beware, serviço de alertas ligado à associação americana de escritores de ficção científica e fantasia (SFWA), em geral encomenda da editora ou da plataforma, não do autor.

Na nossa leitura, o agregador e a plataforma de impressão sob demanda cobram do autor, com taxa ou parte do preço, e estar no catálogo deles não garante que alguém compre; a distribuidora física, que só acerta depois da venda ao cliente final, escolhe o que leva.

Distribuidora de livros aceita autor independente?

Na nossa leitura, a distribuidora física não é a porta de quem tem um título só. Nenhuma fonte aberta mede quantas recusam autor; o que existe é indireto: o desconto em geral de 50% na venda às livrarias e o pagamento só depois da venda ao cliente final, conta que, na nossa leitura, aperta quem imprime poucos exemplares. Nos Estados Unidos, em 2010, a autora Cathy Clamp contou que o distribuidor não aceitava editora com menos de dez títulos, caso que o guia sobre quem vende seu livro desenvolve.

No e-book, a Bookwire, distribuidora digital com escritório em São Paulo, também fala com editoras: os depoimentos no site são delas, e não há tabela pública. Na nossa leitura, a condição muda para quem monta catálogo e passa a ser editora, o público a que a Bookwire se dirige.

O sinal de alerta é o pedido em lote que exige dinheiro adiantado: ele chega por e-mail sem aviso ou, na versão mais recente, pelo próprio serviço que o autor contratou. A Writer Beware descreveu em maio de 2025 o golpe do contrato de distribuição: anuncia-se um pedido de 5.000 exemplares para 300 livrarias e bibliotecas, com receita alegada de US$ 81.250, e o autor paga US$ 17.346 adiantados. Quem faz isso costuma ser falso serviço de autopublicação, que até publica o livro no KDP e na IngramSpark para ganhar confiança, sem acesso aos canais que põem livro em loja física.

Para levar o livro à livraria sem distribuidora, o caminho é o do guia sobre como colocar seu livro em livraria física.

Dá para publicar em todas as lojas de uma vez?

Esquema em que um arquivo enviado uma vez ao agregador segue para as lojas e a biblioteca da lista dele; uma loja fora da lista fica sem o livro.
O agregador recebe o arquivo uma vez e o repassa às lojas da lista dele; o que está fora da lista não chega por ele. Diagrama: Verse

Não: cada serviço leva a uma lista, e os buracos caem onde o leitor brasileiro compra. A Draft2Digital, que a Reedsy, empresa de serviços a autores, recomenda à maioria de quem tem leitor em mercados de língua inglesa, não traz o Google Play na lista e só chega à Amazon por convite; entre os cinco serviços desta página, só a rota do Clube nomeia a Skeelo. Na edição de 2026 do Panorama do Consumo de Livros, pesquisa da Câmara Brasileira do Livro (CBL) com a Nielsen BookData, a última compra de livro digital foi na Amazon para 54,8% dos consumidores, no Google para 19,6% e na Skeelo, aplicativo de leitura por assinatura, para 10,1%, números que o guia além da Amazon desenvolve.

O que cada lista diz, em novembro de 2026:

  • Draft2Digital: Amazon (só por convite), Apple Books, Barnes & Noble, Kobo com Kobo Plus, Smashwords, Bookshop.org, Tolino, OverDrive, cloudLibrary, Everand, Hoopla, Vivlio, BorrowBox e Gardners.
  • PublishDrive: diz ter mais de 50 canais, com Google Play e Kobo marcados como mundiais, e a Amazon como mundial no plano Standard e limitada a América, Austrália e sobretudo Europa Ocidental no plano Enhanced. "Brazil" só aparece nomeado em Storytel e Google Play Audio, e nenhuma loja brasileira de nome próprio está na lista. O plano grátis leva só a Apple, Barnes & Noble e Kobo.
  • StreetLib: 33 parceiros na página, Amazon, Apple, Google Play, Kobo, Spotify e Storytel entre eles; nenhuma loja brasileira nomeada, e nada sobre América Latina.
  • Simplíssimo: diz levar a Amazon, Apple, Google Play, Kobo, Scribd, Everand, Odilo e Árvore, entre outras. A lista é dela, não prova venda e não diz se "Amazon" inclui a Amazon.com.br.
  • Clube de Autores: lista no Brasil Amazon, Mercado Livre, Americanas e Estante Virtual, além de canais lá fora; no e-book, Amazon Kindle, Skeelo, Scribd, Google Play Livros e Apple Livros, como registra o guia Amazon KDP ou Clube de Autores. O contrato avisa que a venda em cada um depende "da aceitação e interesse" do canal.

Nenhuma lista de serviço estrangeiro lida nomeia a Amazon.com.br, e isso não prova que a rota não exista. Os números de alcance, como os 39 mil pontos de venda da StreetLib, são ditos pelas próprias empresas.

O primeiro passo da jornada, portanto, é uma lista curta das lojas em que o leitor deste livro compra. Na nossa leitura, para livro em português vendido no Brasil ela começa por Amazon e Google, as lojas em que a decisão pesa; quem tem leitor em inglês ou na Europa aproveita mais as listas.

Dá para usar agregador com o KDP Select?

Só para bibliotecas. Enquanto o e-book está no Select, ele fica só no KDP, por contrato; o impresso segue livre. Quem decide ficar encerra a jornada do e-book aqui: na conta do guia além da Amazon, com vendas na proporção do Panorama, sair do Select rende menos do que ficar, e a saída só fecha para quem tem leitor fora da Amazon brasileira. As regras do período estão em Amazon KDP ou Clube de Autores, e o peso das páginas lidas, em Kindle Unlimited vale a pena para o autor?.

A exceção, que a Draft2Digital data de setembro de 2025, passa por uma afirmação de empresa. A ajuda oficial do KDP, como registra o guia sobre como publicar um ebook, diz que o e-book, nos 90 dias, só pode ser distribuído pelo KDP e por bibliotecas públicas; a Draft2Digital sustenta, em texto de junho de 2026, que por isso o livro do Kindle Unlimited pode ir a OverDrive, Hoopla, BorrowBox, cloudLibrary e Vivlio Libraries, desde que só canais de biblioteca estejam marcados. A ajuda não nomeia agregador nem plataforma, e a exceção não está no texto do contrato, no adendo do Select.

O risco é operacional. Na nossa leitura, marcar por engano uma loja ou assinatura no agregador quebra a exclusividade, e o contrato prevê a retenção de todos os royalties de e-book por até 90 dias durante a investigação e o possível banimento do Select ou do KDP, punição que o guia Amazon KDP ou Clube de Autores detalha. A Written Word Media, empresa de serviços a autores, adverte que a pesquisa dela de 2025 sobre quem está em cada lado mostra correlação, não causa, e ela não separa autor brasileiro.

O que publicar direto e o que passar por agregador?

Direto nas lojas que pesam, serviço no resto. A Reedsy recomenda, em novembro de 2025, subir direto nas lojas mais promissoras e usar o agregador nas demais, com a Draft2Digital e a StreetLib nesse papel; a ALLi, a associação internacional de autores independentes, recomendava arranjo parecido em 2019: o direto costuma render mais por exemplar, o agregador poupa tempo. A lista da ALLi não serve aqui: traz a ACX, a porta de audiolivros da Audible, em que o brasileiro não abre conta, e deixa Apple e Google de fora do direto. O recorte para o Brasil é nosso.

Para quem mora no Brasil, na nossa leitura, a divisão fica assim:

  • Direto: Amazon, que entra por convite na Draft2Digital; Google Play Livros, que paga em reais; e Apple Books, que também paga em reais, com leitor menor. O passo a passo está em como publicar e vender na Amazon KDP, como publicar no Google Play Livros e, para a Apple, no guia além da Amazon.
  • Pelo serviço: Barnes & Noble, Tolino, bibliotecas, como a Hoopla, e assinaturas de fora, como a Everand.
  • Kobo: numa rota só, direta, em dólar, pelo guia sobre como publicar na Kobo, ou pelo serviço, que na Draft2Digital inclui o Kobo Plus. Quem publica por agregador trata qualquer pedido sobre o livro pelo agregador, não com a Kobo.

A regra de duplicidade muda de empresa para empresa. A Draft2Digital não proíbe o mesmo livro na mesma loja por dois caminhos, mas não recomenda, porque divide o ranking de vendas. A PublishDrive proíbe por contrato: um livro, uma loja, um distribuidor por vez, e a responsabilidade é do autor.

O Clube de Autores tem regra própria, e ela pesa: a distribuição é tudo ou nada, porque o autor não escolhe canal, e autorizar vale para todos os parceiros. Daí sai a troca que nenhuma lista mostra, a da Skeelo, terceira loja do Panorama. Ela não aparece nas listas de Draft2Digital, PublishDrive, StreetLib e Simplíssimo, e chega ao autor independente pelo Clube, como mostra o guia além da Amazon.

Na nossa leitura, quem quer a Skeelo pelo Clube leva também a Amazon e o Google por ele, a 20% do preço no site, e publicar direto nessas lojas ao mesmo tempo seria o caso de duplicidade que a regra dele não resolve. O Clube diz não exigir exclusividade, mas a escolha de canal ele não dá. A Bibliomundi, agregadora brasileira que aquele guia cita pela parceria de 2021 com a Skeelo, estava com o site fora do ar em 02/11/2026, o que não prova que tenha fechado.

Na nossa leitura, o caso que foge é o do livro cuja maior parte das vendas vai estar na Amazon, que tende a ficar no Select; o guia além da Amazon discute a condição pelo caso da autora Joanna Penn.

Como receber morando no Brasil?

Em dólar e com 30% retidos na Draft2Digital, o serviço americano que escreve a alíquota, ou em reais nos brasileiros; é a conta que decide a escolha, por isso vem antes dela. A Draft2Digital diz reter 30% de todo publicador internacional e repassar à receita americana, e só muda se o país tiver tratado, o que o Brasil não tem na lista do IRS, a receita federal americana. Na nossa leitura, sem tratado o formulário W-8BEN não baixa a alíquota.

No exemplo mais limpo, um e-book de US$ 4,99 na Apple rende cerca de US$ 2,99 de royalty na Draft2Digital; se os 30% incidem sobre todo o royalty, sobram cerca de US$ 2,10, antes de câmbio, taxa de pagamento e imposto no Brasil. Quem não entrega os dados fiscais em 180 dias do pedido perde o direito aos royalties, regra nova de abril de 2026.

A regra americana dá margem a uma dúvida que ninguém resolve. Pela publicação do IRS, royalty de direito autoral tem fonte onde a obra é usada; na nossa leitura, a venda a leitor fora dos Estados Unidos não seria fonte americana; só que a Draft2Digital escreve 30% para todos, sem separar por país da venda, e nenhuma plataforma lida aplica a divisão. Não dá para contar com devolução nem com base menor. A Lulu, plataforma americana de impressão sob demanda, é o único caso lido com regra própria: só o livro com ISBN grátis dela sofre retenção, e vale só para ela.

Cada serviço paga de um jeito:

  • Draft2Digital: por mês, em dólar, por depósito internacional (mínimo de US$ 20), Payoneer (US$ 20), PayPal (US$ 10) ou cheque (US$ 100). O PayPal fora dos Estados Unidos custa até US$ 25 por pagamento, e o câmbio fica por conta do autor.
  • PublishDrive: por transferência via Wise, transferência local, cheque, PayPal ou conta Payoneer, conforme o local, com mínimo de US$ 5; PayPal e cheque só em dólar, e a moeda da transferência varia por país. Retém pela lei americana; a alíquota para o Brasil não está nas cláusulas lidas.
  • StreetLib: por trimestre, por transferência ou PayPal, conforme o país do autor, sem mínimo publicado para o Brasil.
  • Lulu: só PayPal ou cheque em dólar. IngramSpark: sem real; PayPal em dólar, a partir de US$ 30, é a opção listada que não pede banco de outro país, e a ajuda a marca como "if available", sem tratar do Brasil.
  • Simplíssimo: em reais, por Pix para quem mora aqui, com saldo mínimo de R$ 100.
  • Clube de Autores: saque a partir de R$ 50, com depósito no 5º dia útil do mês seguinte, e venda em parceiro reportada em até 90 dias; o resto está em como e quando o autor recebe.

Nenhum texto oficial lido de Draft2Digital, PublishDrive ou Lulu diz se quem mora no Brasil pode abrir conta e receber: não há barreira escrita, e não vimos as telas de cadastro. A Payoneer também não diz, nas páginas públicas, que residente no Brasil abre conta; o PayPal Brasil aceita conta de pessoa física com CPF e pede banco de mesma titularidade.

No Brasil, o rendimento de fonte no exterior entra no Carnê-Leão, numa lista da Receita, de 2023, que não nomeia royalty mas é exemplificativa. O Ato Declaratório SRF 28, de 2000, declara reciprocidade com os Estados Unidos, e por ele o imposto federal pago lá pode ser compensado aqui, nos limites da norma. O ato é antigo e remete a uma instrução de 1998: quem vai usá-lo confere a vigência com um contador. O resto da tributação está nos guias livro paga imposto? e escritor precisa de CNPJ?.

Qual distribuidora de e-book escolher?

Entre as distribuidoras de livros digitais, a que cobre as lojas da lista ao menor custo no volume que o livro vende, e a conta muda de lado perto de US$ 1.700 por ano. A regra, por condição:

  • Draft2Digital, para quem vende menos do que isso e não precisa do Google por ela. Desde abril de 2026 ela cobra US$ 20 de ativação e, desde 14/05/2026, US$ 12 por ano de conta com menos de US$ 100 líquidos, além de cerca de 10% do preço, taxas que o guia sobre como vender o e-book do seu livro põe ao lado da venda direta; a ideia de que custa só os 10% ainda circula, até na resenha do site Kindlepreneur de novembro de 2025. O caminho está no guia sobre como publicar pelo Draft2Digital.
  • Plano grátis da PublishDrive, para quem tem um e-book só e fica satisfeito com Apple, Barnes & Noble e Kobo: não tem assinatura nem comissão, e ganha das duas nessa situação.
  • Assinatura da PublishDrive, acima da virada, ou para quem quer Amazon e Google na mesma conta. Comissão zero, de US$ 13,99 por mês cobrados por ano (US$ 167,88), mas cada formato conta como um título: e-book, audiolivro e brochura esgotam os três do plano inicial. Sair tira o livro das lojas em 4 a 6 semanas, logo, na nossa leitura, a assinatura é custo enquanto o livro estiver à venda. O guia sobre se a PublishDrive vale a pena faz a comparação inteira.
  • Simplíssimo, se receber em reais pesa mais do que tudo: fica com 10% do líquido, e a distribuição em lojas, na página dela, custa R$ 159 de ativação, com condição de R$ 79 por ano para publicações novas; os Termos falam em valor mensal, trimestral ou anual definido por ela. O líquido é o que sobra depois da loja, do distribuidor, da taxa de pagamento e do imposto.
  • Clube de Autores, se o objetivo é a Skeelo e os canais brasileiros, aceitando a troca acima: 20% do preço de capa no site em loja parceira, 50% do que a loja paga em assinatura, com e-book a partir de cerca de R$ 24; a regra formato por formato está em Amazon KDP ou Clube de Autores.
  • StreetLib, só por loja que a Draft2Digital não cobre. Conta criada desde 17/03/2026 paga, e ela fica com 15% do líquido: a página de preços mostra 299 euros uma vez, e a ajuda fala em US$ 299 uma vez ou US$ 99 por ano. Numa venda de US$ 4,99 em loja que paga 70%, pela nossa conta, deixa US$ 2,97 ao autor, contra US$ 2,99 da Draft2Digital: a fatia empata, e a taxa de entrada é o custo a mais. A Reedsy a indicava em 2025 a quem publica fora do inglês, com um plano grátis que não vale mais para conta nova.

A virada é conta nossa: US$ 167,88 por ano equivalem a 10% de US$ 1.678,80 em vendas a preço de lista, ou 337 exemplares a US$ 4,99, cerca de 28 por mês, supondo a mesma fatia da loja nos dois e só e-book. A conta deixa de fora a ativação de US$ 20 da Draft2Digital, que no primeiro ano baixa a virada para US$ 1.478,80. Abaixo disso a diferença é grande: quem vende US$ 100 por ano paga cerca de US$ 22 à Draft2Digital, mais os US$ 20 uma vez, contra os US$ 167,88.

Três nomes das listas saem da escolha. A IngramSpark não abre conta de e-book a quem mora no Brasil: o país está na lista do impresso e não na do digital. A Smashwords hoje é só loja para o leitor, parte da Draft2Digital desde 2022, e entra-se nela pela Draft2Digital. A Xeriph, que aparece em textos antigos, desligou os servidores em 31/10/2017.

Qual ISBN usar em cada caminho?

Quando o livro vai por mais de um caminho, um número próprio, tirado na CBL: o grátis de cada serviço fica preso nele. O da Draft2Digital não pode ser usado fora dela, nem no KDP. O da IngramSpark não vai a outra plataforma, obriga o título à distribuição de atacado e está listado para quem está nos Estados Unidos. O da Simplíssimo é temporário, não vale fora dela e acaba se a obra sai. O do KDP não se transfere; o do autor, sim.

O Clube de Autores pede o caminho contrário: para o impresso chegar aos parceiros, ISBN válido da CBL ou de órgão internacional, sem aceitar o emitido pela Amazon. No e-book, o ISBN é exigido na Amazon Kindle e nos demais canais, menos Google Play e Scribd. A UICLAP, plataforma brasileira de impressão sob demanda, não dá ISBN.

A condição: num serviço só, sem plano de sair, o número grátis resolve. Na Draft2Digital, ele deixa a empresa registrada na agência como "vendor of record", sem direito sobre a obra, e na loja aparece o editor que o autor escolher.

Nos impressos brasileiros, o campo "Editora" da Amazon pode trazer a plataforma, como mostram as amostras pequenas nos verbetes UICLAP e Clube de Autores, que não testaram livro com ISBN próprio. Quando pedir e quanto custa o número estão em preciso de ISBN? e como tirar ISBN no Brasil.

Como distribuir livro impresso para livrarias e lojas?

Interior de livraria, com estantes de parede a parede e mesas com pilhas de livros.
Estar disponível não põe o livro na prateleira: a prateleira se negocia com o livreiro. Foto de Serra Nur Çevikdal no Pexels

Para o leitor brasileiro, por plataforma brasileira; para o de fora, pelo KDP e pela IngramSpark sem a distribuição expandida; e estar disponível nessas rotas não põe o livro na prateleira, que se negocia com o livreiro. Na nossa leitura, o motivo da divisão é uma regra da Amazon: o impresso do KDP não é distribuído na Amazon.com.br, como mostra o guia sobre como publicar livro físico na Amazon.

No Brasil, cada plataforma põe uma condição. A UICLAP pede 10 vendas e o Clube, ISBN e 60 dias de publicação, condições que o guia sobre plataformas de publicação sob demanda detalha ao comparar as brasileiras. A Simplíssimo nomeia Amazon, Estante Virtual, Americanas e Mercado Livre.

Fora do Brasil, a ALLi recomenda em agosto de 2026 usar KDP e IngramSpark juntos sem marcar a Distribuição Expandida, como registra o guia Amazon KDP ou Clube de Autores: ela baixa o royalty de 60% para 40% e bloqueia o mesmo ISBN na IngramSpark. O brasileiro pode ter conta de impresso, com um risco que pesa: o desconto sugerido de 53% a 55% nos Estados Unidos e a devolução. No exemplo da própria IngramSpark, um livro de US$ 25,99 deixa US$ 4,52; na nossa conta, um exemplar devolvido com entrega a endereço fora dos Estados Unidos fecha em −US$ 27,18. A plataforma aponta a opção sem devolução a quem não tem caixa para isso, como mostra o guia sobre como colocar seu livro em livraria física. O guia sobre se a IngramSpark vale a pena faz a conta inteira.

Outras duas rotas pedem cautela. O programa Global Connect da IngramSpark lista o Brasil, mas o parceiro local converte o valor e define o preço, e falta prova pública de livro em livraria brasileira por ele. O impresso da Draft2Digital rende US$ 2,47, na calculadora dela, que avisa serem estimativas, num livro de 200 páginas a US$ 14,99, e o exemplar de autor não é entregue no Brasil.

Para o mesmo livro de 200 páginas em 6×9 polegadas, a impressão custa US$ 3,40 no KDP, US$ 4,28 na Draft2Digital e US$ 6,99 na Lulu, valores em dólar que não são preço no Brasil. Na loja própria da Lulu, o autor fica com 80% depois da impressão.

"Disponível" não quer dizer na prateleira: a própria Draft2Digital avisa que nada é pedido nem colocado automaticamente em loja física. A prateleira se negocia com o livreiro, no guia sobre como colocar seu livro em livraria física.

Como conferir, trocar de distribuidora ou sair?

Lendo a regra de saída antes de entrar, porque prazo e sobra variam de serviço para serviço. Primeiro, a conferência: na Draft2Digital o e-book aparece em horas ou alguns dias, biblioteca demora mais e o impresso leva cerca de duas semanas depois de aprovar a prova; no Clube, até 60 dias em todos os parceiros; na StreetLib, de alguns dias a algumas semanas.

O caminho em cada serviço fica nos guias sobre como publicar pelo Draft2Digital e se a PublishDrive vale a pena; os prazos:

  • Draft2Digital: avisa as lojas em 5 dias úteis, mas algumas podem não parar, e o contrato segue para esses títulos. Retirar tudo livra da manutenção, e manter a conta aberta evita outra ativação.
  • PublishDrive: de 4 a 6 semanas para sair das lojas.
  • Clube de Autores: até 60 dias para desativar e pedir a desativação nos parceiros; a página no parceiro pode ficar, e a Amazon, que pode ter comprado micro-estoque, vende até esgotar.
  • Simplíssimo: obra paga sai a qualquer momento, com atendimento em até 30 dias; obra gratuita, só depois de 6 meses.

Para trocar, na nossa leitura, a ordem é uma rota por loja: sair do caminho antigo antes de entrar no novo, porque a PublishDrive proíbe os dois ao mesmo tempo e a Kobo trata pelo agregador o que veio dele. A PublishDrive, que vende essa migração, dá prazos para tirar o livro das lojas diretas (Amazon, Apple e Google em até 48 horas; Kobo, de 3 a 5 dias úteis) e recomenda guardar o ASIN para manter as resenhas.

Sair também pode acontecer sem o autor pedir. Em fevereiro de 2024, por impasse no contrato, a Amazon tirou da loja os e-books da Bookwire, e eles voltaram três semanas depois, episódio que o guia além da Amazon conta. Quem depende de um intermediário depende da negociação dele; por isso o arranjo com direto nas lojas maiores também reduz risco, na nossa leitura.

A jornada em uma tabela

Valores e regras conferidos em novembro de 2026 (a Simplíssimo, em leitura resumida do site).

O caminho até as lojas, etapa por etapa
etapa decisão custo e prazo (fonte) onde se executa
1. Lojas listar onde o leitor deste livro compra Panorama 2026: Amazon 54,8%, Google 19,6%, Skeelo 10,1% além da Amazon
2. Select ficar, ou sair e ir para várias lojas 90 dias; biblioteca é a exceção (ajuda do KDP) Amazon KDP ou Clube de Autores
3. Direto ou serviço direto em Amazon, Google e Apple; serviço no resto direto sem fatia de intermediário; Clube é tudo ou nada Amazon KDP, Google Play Livros, Apple Books, Kobo
4. Receber conta depois da retenção; forma de pagamento 30% na Draft2Digital; mínimo de US$ 5 a US$ 100; R$ 50 no Clube; R$ 100 na Simplíssimo livro paga imposto?
5. Qual serviço pela conta e pela lista de lojas virada em cerca de US$ 1.678,80 por ano Draft2Digital, PublishDrive
6. ISBN próprio, se for mais de um caminho número grátis fica preso ao serviço como tirar ISBN no Brasil
7. Impresso plataforma brasileira aqui; KDP e IngramSpark fora UICLAP a partir de 10 vendas; Clube, 60 dias plataformas de publicação sob demanda, IngramSpark
8. Conferir buscar o livro em cada loja marcada de horas a 60 dias, conforme o serviço Draft2Digital, PublishDrive
9. Sair ler a regra antes de entrar de 5 dias úteis a 60 dias; página no parceiro pode ficar Draft2Digital, PublishDrive

As rotas lado a lado

Regras lidas nas páginas de cada empresa em novembro de 2026 (a Simplíssimo, em leitura resumida do site); a lista de lojas é a que cada uma declara, e a última coluna é leitura nossa.

serviço cobra fica com chega à Amazon e ao Google? exclusividade paga em para quem serve
Draft2Digital US$ 20 + US$ 12/ano abaixo de US$ 100 líquidos cerca de 10% do preço Amazon por convite; Google fora da lista não dólar quem vende pouco, com leitor em Kobo, Barnes & Noble e bibliotecas
PublishDrive de US$ 13,99/mês cobrados por ano; plano grátis de 1 e-book e 3 lojas 0%; repassa o que a loja paga nomeia os dois no plano pago não, mas uma rota por loja dólar em PayPal e cheque; transferência varia por país quem passa da virada
StreetLib 299 euros uma vez; a ajuda cita também US$ 99 por ano 15% do líquido nomeia os dois não transferência ou PayPal, por trimestre quem precisa de loja que a Draft2Digital não cobre
Simplíssimo R$ 159 de ativação na página, com condição de R$ 79 por ano em obra nova 10% do líquido nomeia os dois não real quem quer receber em reais
Clube de Autores sem taxa de distribuição nas regras lidas; ISBN exigido no impresso em parceiro e no e-book, menos em Google Play e Scribd autor recebe 20% do preço no site em parceiro; 50% em assinatura nomeia os dois; o autor não escolhe canal não, mas tudo ou nada nos parceiros real quem quer a Skeelo e canais brasileiros
Direto em cada loja sem taxa de agregador só a parte da loja sim só no Select conforme a loja quem tem poucas lojas na lista

Fontes das linhas: Draft2Digital, FAQ; PublishDrive, ajuda e termos; StreetLib, Pricing e ajuda; Simplíssimo, página e Termo de Serviço; Clube de Autores, contrato e Central de Ajuda.

A conta por venda

O que fica com o autor numa venda = preço × parte da loja − fatia do serviço. Exemplo com um e-book de R$ 30, conta nossa, antes de câmbio, taxa de pagamento e imposto; as taxas fixas ficam de fora da venda e aparecem na última coluna.

rota conta por venda custo fixo
Amazon.com.br direto, fora do Select 35% de R$ 30 R$ 10,50 —
Google Play, com os termos atuais aceitos, ou Apple direto 70% de R$ 30 R$ 21,00 —
PublishDrive, em loja que paga 70% R$ 21,00 R$ 21,00 US$ 167,88 por ano
Simplíssimo, em loja que paga 70% 90% de R$ 21,00 até R$ 18,90 R$ 159 na página, com condição de R$ 79 por ano
Draft2Digital, em loja que paga 70% R$ 21,00 − 10% do preço R$ 18,00 US$ 20 + US$ 12 por ano, abaixo de US$ 100 líquidos
StreetLib, em loja que paga 70% 85% de R$ 21,00 R$ 17,85 299 euros uma vez, ou US$ 99 por ano na ajuda
Clube de Autores, em parceiro 20% do preço no site R$ 6,00 —

O preço de R$ 30 serve só para comparar: o Clube tem outra base, e o e-book dele custa ao menos cerca de R$ 24, com R$ 30,75 quando o autor fixa R$ 5 de direito. Os 35% são a regra da Amazon.com.br fora do Select, e os 70% dela pedem o Select, como mostra o guia sobre como publicar um livro; no Select, o e-book só vai a serviço pelos canais de biblioteca. Na Draft2Digital, a regra de retenção foi lida: se os 30% incidem sobre todo o royalty, os R$ 18,00 viram R$ 12,60. A PublishDrive retém pela lei americana, sem alíquota escrita para o Brasil, e nas demais não lemos a regra para venda ao exterior; por isso a coluna é antes da retenção em todas.

Antes de publicar: o checklist

  • A lista de lojas onde o leitor do livro compra está escrita.
  • O e-book saiu do Select, com a renovação desligada, ou a decisão de ficar foi tomada.
  • Cada loja da lista tem uma rota só.
  • As lojas foram marcadas uma a uma no serviço, e loja nova não entrou sozinha.
  • O ISBN está decidido: próprio, se houver mais de um caminho.
  • Os dados fiscais foram enviados, e a conta depois da retenção fecha.
  • A forma de pagamento e o mínimo estão escolhidos, e a conta que recebe está no nome do autor.
  • O preço em cada moeda foi conferido, não só convertido.
  • A regra de saída foi lida.
  • O arquivo e os metadados estão salvos fora do serviço.

Perguntas frequentes

O que é um agregador de e-book?

É o serviço que recebe o e-book uma vez, entrega às lojas marcadas pelo autor e fica com uma parte da venda ou cobra assinatura. O agregador, na regra da Draft2Digital, não adquire direitos nem pede exclusividade.

A Draft2Digital ainda é de graça?

Não para conta nova. Desde 14/04/2026, ela cobra US$ 20 de ativação e, desde 14/05/2026, US$ 12 por ano de conta com menos de US$ 100 líquidos, além de cerca de 10% do preço; o passo a passo está no guia sobre como publicar pelo Draft2Digital.

A Smashwords ainda existe?

Como loja para o leitor, sim; o autor entra pela Draft2Digital, como explica o verbete Smashwords.

A StreetLib é grátis?

Não para conta nova. Quem se cadastrou desde 17/03/2026 paga 299 euros uma vez na página de preços, ou US$ 99 por ano na ajuda, e ela fica com 15% do líquido. Os textos dela divergem, como mostra o verbete StreetLib.

Quando a PublishDrive fica mais barata que a Draft2Digital?

Pela nossa conta, perto de US$ 1.678,80 por ano em vendas a preço de lista, no plano inicial pago por ano. Cada formato conta como título, e o guia sobre se a PublishDrive vale a pena mostra os outros planos.

Algum agregador paga em reais?

Entre os lidos, a Simplíssimo e o Clube de Autores, que têm saque a partir de R$ 100 e R$ 50. A Draft2Digital paga em dólar. Na PublishDrive, PayPal e cheque são só em dólar, e a moeda da transferência varia por país. Nas duas, taxa e câmbio ficam por conta do autor.

A IngramSpark aceita autor brasileiro?

Para o impresso, sim: o Brasil está na lista de contas de impresso e não na de e-book. A conta e o risco de devolução estão no guia sobre se a IngramSpark vale a pena.

Precisa de ISBN para usar agregador?

Depende do serviço: a Draft2Digital dá um grátis, que só vale dentro dela, e o Clube de Autores pede ISBN para o impresso chegar aos parceiros. Quem vai por mais de um caminho usa um próprio, e a resposta loja a loja está em preciso de ISBN?.

A Bookwire aceita autor independente?

Não é a porta do autor. O site da Bookwire fala com editoras e não tem tabela pública, sem proibir pessoa física.

Agregador coloca o livro na livraria?

Não é o que a Draft2Digital promete: no impresso, ela avisa que nada é pedido nem colocado automaticamente em loja física. O caminho até a prateleira está no guia sobre livraria física.

Dá para distribuir audiolivro pelo mesmo caminho?

Em parte. PublishDrive e StreetLib levam audiolivro, mas a ACX, a porta da Audible, só abre conta a residentes de Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Irlanda. As rotas do brasileiro estão no guia sobre Audible, Storytel, Skeelo e Kobo Plus.

O que fazer com isso

Escreva a lista de lojas antes de abrir qualquer conta: ela decide se o serviço faz falta. Se a lista é Amazon, Google e Apple, o autor resolve direto; se traz Kobo, Barnes & Noble e bibliotecas, a Draft2Digital cobre o resto abaixo de cerca de US$ 1.700 de vendas por ano, e o quanto sobra se calcula depois dos 30%; se pede a Skeelo, a escolha é o Clube e a troca que ele traz. Os trechos que esta página só resume: como publicar e vender na Amazon KDP, além da Amazon, plataformas de publicação sob demanda e como colocar seu livro em livraria física.

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Termos usados nesta página

TermoDraft2DigitalDraft2Digital (D2D) é uma plataforma americana de publicação e distribuição para autores independentes e editoras pequenas.TermoPublishDrivePublishDrive é uma plataforma de autosserviço que converte, distribui, divulga e gerencia obras (manuscritos, e-books, audiolivros e livros impressos sob demanda) para lojas online do mundo todo, segundo os próprios termos de uso.TermoStreetLibStreetLib é uma plataforma online que permite a autores e editoras guardar suas obras e vendê-las como e-book ou audiolivro por meio de livrarias digitais, aplicativos e dispositivos conectados a ela.TermoClube de AutoresO Clube de Autores é uma plataforma brasileira de autopublicação, sediada em Joinville (SC), que no contrato com o autor se define como intermediária de direitos autorais.TermoDistribuição de livrosPara o PublishNews (2020), editora, distribuidora e livraria são os principais elos da comercialização do livro; a distribuição de livros é o trecho dessa cadeia entre a editora e a livraria, feito pela distribuidora.TermoAgregadorAgregador é, no livro digital, o serviço que recebe o arquivo do livro uma vez e o entrega a várias lojas e bibliotecas.TermoDistribuidorDistribuidor é, no mercado do livro, a empresa que leva os títulos das editoras às livrarias e atende os pedidos delas.TermoConsignaçãoConsignação é a entrega de mercadoria a um comerciante para que ele a venda por conta de quem a entregou, segundo o Dicionário Priberam.TermoPrint on Demand (POD)Print on demand, ou impressão sob demanda, é a tecnologia e o modelo de negócio em que um produto só é fabricado depois que o pedido é feito, não antes e em lote, segundo o Cambridge Advanced Learner's Dictionary.TermoIngramSparkIngramSpark é o serviço de autopublicação da Ingram Content Group, grupo americano de serviços para o mercado editorial, para autores e editoras independentes; junta a impressão sob demanda da Lightning Source à rede global de atacado da Ingram.TermoBookwireBookwire é uma empresa alemã de distribuição digital de livros, áudio e podcast, fundada em 2010 como prestadora de serviço para editoras, com sede em Frankfurt am Main e escritório em São Paulo.TermoACXACX (Audiobook Creation Exchange) é o mercado online em que quem detém os direitos de áudio de um livro encontra narradores e estúdios para produzir o audiolivro e o publica na Amazon, na Audible e em outras lojas.TermoLuluLulu é a plataforma de impressão sob demanda, autopublicação e distribuição de livros fundada por Bob Young, cofundador da empresa de software Red Hat.TermoSmashwordsSmashwords é hoje uma loja on-line de e-books, pertencente à Draft2Digital desde março de 2022, e não mais uma plataforma de publicação.TermoUICLAPA UICLAP é uma empresa brasileira de publicação e venda de livros físicos sob demanda que se define como "novo modelo de editora"; o nome fantasia pertence à UICLAP Editora e Distribuidora Ltda.

Em breve

escritor precisa de cnpj

Quem fala sobre isso 6pessoas

  • Loretta Bushelltradutora, revisora e redatora; escreve para a Reedsy, empresa de serviços a autores (bio do guia, 2025)

    Obra sobre distribuição de e-book: "The Complete Guide to Ebook Distribution", Reedsy, 2025.

    Página ↗
  • Jane Friedmantrabalha no mercado editorial com reportagem de negócios e formação de autores; autora de The Business of Being a Writer (bio do artigo, 2025)

    Obra sobre distribuição para quem publica sem editora: "How to Get Your Book Distributed: What Self-Published Authors Need to Know", 2017, atualizada em 2025.

    Página ↗
  • Susan Kaye Quinnautora independente de mais de 30 romances de ficção especulativa, sob o próprio nome e um pseudônimo (bio do artigo, 2017)

    Obra sobre distribuir em várias lojas: "'Going Wide' to Distribute Your Self-published Books on Multiple Platforms", ALLi, 2017.

    Página ↗
  • Carlo Carrenhoconsultor editorial brasileiro baseado na Suécia; fundador do PublishNews; colunista do portal e, em 2015, consultor pago da operação brasileira da Bookwire, como declara a coluna

    Obra sobre agregadores de e-book no Brasil: coluna "Esquenta a disputa pela distribuição digital", PublishNews, 2015.

    Página ↗
  • Victoria Straussromancista; cofundadora do Writer Beware, serviço de alertas a escritores ligado à associação americana de escritores de ficção científica e fantasia (bio do post, 2025)

    Obra sobre o golpe do falso contrato de distribuição: "Two to Avoid: Book Order Scams and Fake Reviews", Writer Beware, 2025.

    Página ↗
  • Dave Chessonfundador e CEO do Kindlepreneur, site de orientação a autores, e criador do Publisher Rocket (bio do site, 2025)

    Obra sobre agregador de e-book: resenha "Draft2Digital Review: Read THIS Before You Sign Up", Kindlepreneur, atualizada em 2025.

    Página ↗

O que a rede diz 4 vozes

  • Capa do post de Lucas de Lucca: O que uma DISTRIBUIDORA de LIVROS faz?YouTube

    Explica o que uma distribuidora de livros faz, quanto cobra e quem pode contratar, depois de ter tratado de editoras e gráficas nos vídeos anteriores do canal.

    Lucas de LuccaYouTube ↗
  • Capa do post de Acervo de Linhas - Davi Pacheco, com Talita Camargo: Distribuindo livros no Brasil - Talita Camargo (2BOOKS Distribuidora) - Os Caminhos do Livro #03YouTube

    A fundadora e sócia da 2BOOKS, empresa que distribui livros para livrarias e e-commerces, conta os desafios de fazer o livro circular num país tão grande.

    Acervo de Linhas - Davi Pacheco, com Talita CamargoYouTube ↗
  • Capa do post de Ana Solino, com Iris Borges: O QUE FAZ UMA DISTRIBUIDORA DE LIVROS?  - PÁ PUM com Iris BorgesYouTube

    A empresária e escritora Iris Borges fala do que faz uma distribuidora de livros a partir de 40 anos de atuação nos dois papéis, o de quem escreve e o de quem distribui.

    Ana Solino, com Iris BorgesYouTube ↗
  • Capa do post de @onelastchapterbooksTikTok

    Quem toca uma livraria móvel conta de onde vêm os livros: a maior parte das cinco grandes editoras, e diz que no Faire encontra tudo num lugar só; o post marca também a IngramSpark.

    @onelastchapterbooksTikTok ↗

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Autoria: Verse MediaRevisado em 3 nov. 2026Passos conferidos em 3 nov. 2026Publicado em 3 nov. 202644 fontes · 36 no integral

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VERSE MEDIA. Distribuidora de livros: como distribuir seu livro em todas as lojas de uma vez. Enciclopédia Verse, 2 nov. 2026. Disponível em: https://www.versemedia.com.br/enciclopedia/plataformas-e-canais/distribuidoras/como-distribuir-seu-livro-em-todas-as. Acesso em: [data].

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