Não ficção

Como escrever a vida real pelo que ensinam os mestres: memórias, autobiografia, biografia, ensaio, livro-reportagem e true crime.

2 guias · 20 páginas · 13 verbetes · 7 ferramentas · 262 fontes

Os guias, na ordem de leitura

Sumário

  1. Como escrever um livro sobre minha vida: memórias, autobiografia e autoficção

    Para escrever um livro sobre a própria vida, William Zinsser, que ensinava memórias a adultos na New School, propõe um método: um episódio vívido por manhã, de três a cinco páginas, e só meses depois, com os episódios no chão, o fio do livro.

    1. 1.1Como escrever a biografia de alguém: um pai, uma avó, a história da famíliapágina
    2. 1.2Autobiografia exemplo: modelo de uma página e como abrir e fechar um livro de memóriaspágina
  2. Como escrever um ensaio, um livro-reportagem ou um true crime: a não-ficção que prende

    Um ensaio começa pelo assunto e para onde se sente completo, ensinou o filósofo Theodor Adorno; um livro-reportagem ou um true crime usa as ferramentas do romance que o repórter Tom Wolfe listou, a cena à frente, para o que o editor Mark Kramer pede do jornali

    1. 2.1Ensaio literário exemplos: sete ensaios para ler e o que cada um ensinapágina
    2. 2.2Perfil jornalístico: exemplos de jornalismo literário e livros-reportagem para estudarpágina
    3. 2.3Como escrever um livro de autoajuda, técnico ou motivacional: promessa, capítulos e exercíciopágina

13 termos

Índice de termos

Ver no glossário geral

A

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L

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Quem fala sobre isso

William Zinsserescritor, editor e professor de escrita americano (1922–2015); ensinou em Yale, na New School e em Columbia; autor de On Writing Well (1976)Philippe Lejeuneprofessor universitário francês, especialista em autobiografia (nascido em 1938); mantém o site AutopacteSerge Doubrovskyromancista e professor de literatura francesa (1928–2017); lecionou na Universidade de Nova York a partir de 1966; Prêmio Médicis de 1989Vivian Gornickensaísta, crítica e memorialista americana (nascida em 1935); repórter do Village Voice de 1969 a 1977; autora de Fierce Attachments (1987)Mary Karrpoeta, ensaísta e memorialista americana (nascida em 1955); professora de literatura inglesa na Universidade de Syracuse; autora de The Liars' Club (1995)Anna Faedrichpesquisadora de literatura brasileira; em 2016, professora substituta da UNIRIO, com pós-doutorado na UFF sobre autoficção e literatura brasileira contemporâneaMark Kramerjornalista, autor e professor americano; diretor-fundador do programa de jornalismo narrativo da Fundação Nieman, em Harvard, e da conferência Power of Narrative (1998–2008)Theodor W. Adornofilósofo e crítico alemão (1903–1969), da Escola de FrankfurtPhillip Lopateensaísta, romancista e poeta americano (nascido em 1943); em 2008, professor de inglês na Universidade Hofstra e no mestrado do Bennington College; organizador de The Art of the Personal Essay (1994)Janet Malcolmjornalista da revista The New Yorker e escritora americana (1934–2021)Edvaldo Pereira Limajornalista e pesquisador brasileiro do jornalismo literário; professor da USP (desde 1986, hoje aposentado, segundo o ORCID dele)Lee Gutkindescritor americano; fundou em 1993 a revista Creative Nonfiction; professor da Arizona State UniversityAdair Laracolunista do San Francisco Chronicle e autora de livros de memórias e de escrita, entre eles Hold Me Close, Let Me Go e Naked, Drunk, and WritingPaula Balzeragente literária, fundadora e dona da The Paula Balzer Agency, que representa autores de memórias; autora de Writing and Selling Your MemoirAllison K. Williamsmemorialista, ensaísta e editora; editora de redes sociais da revista Brevity; autora de Seven Drafts (Woodhall Press, 2021)Martin Cavannaghprofissional do mercado editorial independente, com mais de dez anos em estratégia de conteúdo e formação de autores; escreve guias no blog da Reedsy, plataforma de serviços para autoresJohn D'Agataensaísta americano; professor do departamento de inglês da Universidade de IowaRobert Atwanescritor e organizador de antologias americano; fundou em 1986 a série anual The Best American Essays e foi o editor delaVirginia Woolfromancista, ensaísta e crítica inglesa (1882–1941)Josh Roilandem 2015, professor assistente de jornalismo no departamento de Estudos Americanos e no Honors College da Universidade do MaineJacqui Banaszynskijornalista americana (nascida em 1952); Prêmio Pulitzer de reportagem especial em 1988; professora emérita da Escola de Jornalismo do Missouri; editora do Nieman Storyboard a partir de 2018Sergio Vilas Boasjornalista brasileiro; autor e estudioso do perfil jornalístico

TikTok e YouTube

O que a rede diz

“No começo, escrever memórias funciona como um diário de meses: é a fase de juntar as cenas que vão entrar no livro, e o canal propõe para isso um exercício de listar cem momentos da própria vida.”

KN Literary Arts · YouTube

“Escrever um livro sobre a vida inteira assusta; a sugestão é trocar pelas memórias, que recortam um pedaço da vida e tornam a tarefa bem mais possível.”

@heyaliciajoy · TikTok

“A Vidaria Livros conta que o vídeo mais visto do canal é o de como escrever uma autobiografia, e refez a explicação em forma de passo a passo para quem quer escrever a própria história.”

Vidaria Livros · YouTube

“Propõe um roteiro de dez passos para escrever a história de vida na maturidade: fazer uma retrospectiva dos principais acontecimentos e descobrir o que a própria história fez com quem a viveu.”

Cecília Xavier · YouTube

“Diz, com humor, que escrever setenta páginas sobre a própria vida se revelou muito mais desesperador do que parecia.”

@georgiascastro · TikTok

“Num aulão de escrita, apresenta a autoficção como caminho para narrar experiências pessoais e admite que descrever as próprias emoções com autenticidade é a parte difícil.”

@aldeialiteraria · TikTok

“Defende que todo mundo deveria escrever ensaios e abre, num diário de escrita, o caminho de um ensaio pessoal dela: das primeiras linhas despretensiosas no caderno de papel até a publicação.”

Samy Bersi · YouTube

“Diz que o ensaio não é só a redação chata da faculdade: é uma das ferramentas mais fortes para aprender de verdade, e o processo de escrever importa mais do que o texto pronto.”

Por Teodoro · YouTube