Fantasia
Como escrever fantasia pelo que ensinam os mestres: o mundo, a magia, os nomes e os subgêneros, da alta fantasia ao isekai e ao LitRPG.
2 guias · 26 páginas · 22 verbetes · 4 ferramentas · 266 fontes

Os guias, na ordem de leitura
Sumário
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Como escrever fantasia: do mundo ao subgênero, pelos mestres do gênero
Escrever fantasia passa por oito decisões, e para cada uma há um mestre do gênero a ouvir: a coerência do mundo (Tolkien), quanto dele mostrar (N.
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Subgêneros de fantasia: da alta fantasia ao isekai, quem deu cada nome e o que cada um pede
A Encyclopedia of Fantasy separa a alta e a baixa fantasia, a espada e feitiçaria, a fantasia sombria, a fantasia urbana e o portal fantasy; os códigos de mercado acrescentam a fantasia histórica, a cozy fantasy e o xianxia; e de fora da crítica vieram o grimd
Para usar agora
Ferramentas deste sistema
As oito decisões e o sinal de que a mão pesou
em “Como escrever fantasia: do mundo ao subgênero, pelos mestres do gênero”
Passo a passoResponda as seis perguntas antes da cena
em “Como criar um sistema de magia na história: regras, custo e limites”
Modelo para copiarCopie a ficha de nomes do seu povo
em “Nomes para personagens de fantasia: como inventar nomes de personagens, reinos e cidades (e os geradores que ajudam)”
Tabela-resumoOs subgêneros lado a lado
em “Subgêneros de fantasia: da alta fantasia ao isekai, quem deu cada nome e o que cada um pede”
22 termos
Índice de termos
A
B
C
Conlang é uma língua criada de propósito, e o nome abrevia o inglês constructed language, "língua construída"; segundo o OED, citado por Kressie Kenner, autora de um texto sobre a etimologia da palavra, o primeiro uso registrado é de 1991.
Cozy fantasyCozy fantasy é um modificador emotivo da fantasia: diz o efeito emocional que o livro constrói.
E
F
Fantasia é, na literatura, a narrativa construída sobre o impossível, que John Clute e John Grant, organizadores da Encyclopedia of Fantasy (1997), definem como um texto autocoerente.
Fantasia científicaFantasia científica é uma das divisões temáticas que os pesquisadores Bruno Anselmi Matangrano e Enéias Tavares listam para a fantasia brasileira, em lista citada pela pesquisadora Sara Duarte Peres.
Fantasia épicaFantasia épica é a fantasia escrita em larga escala que trata da fundação ou da defesa definitiva e duradoura de uma terra, na definição de John Clute, na Encyclopedia of Fantasy (1997).
Fantasia históricaFantasia histórica é o subgênero da fantasia em que a história real do mundo primário, o nosso, é reproduzida com cuidado, salvo por doses limitadas de magia que funciona, situadas numa "secret history", na definição do crítico Brian Stableford em The A to Z o
Fantasia sombriaFantasia sombria (dark fantasy) é um termo da crítica e do mercado para a fantasia que traz algum horror, usado em mais de um sentido; a Encyclopedia of Fantasy a define como a história que incorpora um sentido de horror, mas é claramente fantasia, e não ficçã
Fantasia urbanaFantasia urbana (urban fantasy) é um termo da fantasia com dois sentidos, segundo a Encyclopedia of Fantasy: o de 1997, um modo de contar uma história sobre uma cidade real, e o do mercado editorial do século XXI, uma categoria de histórias num mundo moderno a
G
I
L
Leis de Sanderson são três princípios sobre como escrever magia em ficção, formulados pelo autor de fantasia Brandon Sanderson em ensaios publicados no site dele entre 2007 e 2013.
Literatura fantásticaLiteratura fantástica é a expressão da crítica para dois conjuntos de histórias: em sentido restrito, as de Tzvetan Todorov, em que um acontecimento incomum admite explicação natural ou sobrenatural; em sentido amplo, toda ficção que não é realista.
LitRPGLitRPG (de literary role-playing game) é o tipo de história em que os personagens sabem que algum aspecto do mundo é gamificado e em que elementos de jogo, como os atributos do jogador, fazem parte essencial do enredo, segundo o autor Matt Dinniman.
N
P
Portal fantasy é a fantasia em que personagens são transportados da realidade comum para mundos secundários, descrição que a Encyclopedia of Science Fiction usa ao tratar o isekai japonês como tradição de portal fantasy.
Progression fantasyProgression fantasy é o subgênero de fantasia focado em personagens que aumentam de poder e habilidade com o tempo, nos termos de Andrew Rowe, o autor de Arcane Ascension que lançou o nome em 2019.
S
W
X
Na imprensa
O que está acontecendo
Quem fala sobre isso
Joe Abercrombieromancista britânico de fantasia, autor da trilogia A Primeira Lei
Howard Andrew Jonesescritor e editor norte-americano de fantasia; editor da revista Black Gate desde 2004
Sarah Beth Durstromancista norte-americana de fantasia, autora de The Spellshop (2024)
Matt Dinnimanescritor norte-americano, autor da série Dungeon Crawler Carl
Orson Scott Cardromancista norte-americano de ficção científica e fantasia, autor de Ender's Game
Brandon Sandersonromancista norte-americano de fantasia, autor de Elantris e da série Mistborn
N. K. Jemisinromancista norte-americana de ficção científica e fantasia, autora da trilogia The Broken Earth
Ursula K. Le Guinromancista norte-americana de fantasia e ficção científica, autora do ciclo de Terramar (1929–2018)
Farah Mendlesohncrítica e acadêmica britânica de ficção científica e fantasia; professora de história literária na Anglia Ruskin University de 2012 a 2016
Roz Kaveneycrítica, editora, escritora e poeta britânica; editora colaboradora da Encyclopedia of Fantasy (1997)TikTok e YouTube
O que a rede diz

“Para o canal, a regra de bolso "alta fantasia é mundo inventado, baixa é mundo real" não dá conta da diferença, que é mais complicada do que isso; o vídeo parte daí para separar os outros subgêneros, que não são poucos.”
Guia de Worldbuilding · YouTube
“Ao lado do autor Affonso Solano, o canal junta explicações sobre os gêneros da fantasia e pergunta o que é alta fantasia, o que é cyberpunk e steampunk, e se no fim é tudo ficção científica.”
Cinema com Rapadura, com Affonso Solano · YouTube
“Ela lembra que um livro de fantasia não precisa ficar num elemento só: os subgêneros (alta, baixa, sombria, urbana, científica) podem se misturar na mesma história.”
@oraculo.dalaura · TikTok
“Ele defende que a fantasia vai muito além de dragão, magia e batalha grande, que cada subgênero tem jeito próprio de contar a história, e indica livros para cada um, da alta fantasia (O Hobbit, Terramar) à fantasia sombria e ao xianxia.”
@guiluky · TikTok
“Para ele, quem diz que não gosta de fantasia talvez só não tenha achado o subgênero certo; e descreve a fantasia política, de conspiração e disputa de poder, e a militar, com a guerra e a estratégia no centro.”
@estante.do.dave · TikTok
“A escritora e editora Jana Bianchi, convidada do canal, explica a diferença entre alta fantasia e baixa fantasia e dá dicas de como criar o universo de um livro de fantasia.”
Ficçomos, com Jana Bianchi · YouTube
“No canal, Dhyana Martins dá cinco dicas para escrever fantasia, a começar por montar uma bíblia da história e decidir se a magia vai ser suave ou dura, com personagens carismáticos que prendam o leitor.”
Dhyana Martins · YouTube
“O canal lista sete erros que quem começa a escrever fantasia costuma cometer e dá dicas para evitar cada um.”
Novo Orbe · YouTubeOutros sistemas
79 págs.Ofício NarrativoEstrutura narrativa4 guias
70 págs.Plataformas e CanaisPlataformas de leitura3 guias
19 págs.Produção EditorialLivro digital3 guias
26 págs.Gêneros e TropesFormas narrativas4 guias
51 págs.Mercado e IndústriaModelos emergentes2 guias
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52 págs.Gêneros e TropesTerror e suspense2 guias
23 págs.Marketing e AtribuiçãoComunidade e discovery3 guias
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29 págs.Plataformas e CanaisLojas e marketplaces3 guias
23 págs.Gêneros e TropesFicção científica2 guias
18 págs.Gêneros e TropesNão ficção2 guias
20 págs.Gêneros e TropesRomance2 guias
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